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Artes & Artes

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Leve a sua família para ver Ta Ra Ta Tam de Cacileanu no D. Maria II

27 de Novembro de 2019 by David Pimenta

Em dias de chuva, com temperaturas extremamente baixas e de fazer congelar as mãos, as orelhas ou lábios, porque não aposta num programa diferente do habitual passeio nos centros comerciais? Quando opta por esse tipo de distração acaba por não comprar nada por não precisar realmente de uma peça de roupa nova ou de uns ténis ou sapatos e só vai gastar as suas energias e da sua família. Não deixe que a chuva ou o vento lá fora seja um impedimento para não sair de casa. Pegue em toda a sua família e vá ao teatro. A peça Ta Ra Ta Tam está em cena no Teatro D. Maria II entre os dias 23 e 24 de novembro, sábado e domingo respetivamente. Passe um bom serão na sala Garrett e aproveite a programação que o Teatro D. Maria II tem para lhe oferecer.

Ta Ra Ta Tam: a produção de Bucareste num palco português

O público do Teatro D. Maria II vai poder ver a criação coreográfica Ta Ra Ta Tam, assinada pelo bailarino, coreógrafo e também professor Gigi Caciuleanu. Trata-se de uma obra inspirada no dramaturgo romeno Ion Luca Caragiale e é uma das grandes produções que marcou a celebração do Ano Caragiale 2012 no Teatro Nacional Bucareste. O bailarino criou o espetáculo de a que “seja compreendido por um chileno e ao mesmo tempo por um francês ou por qualquer outra pessoa” ao encontrarem-se, em cima do palco, quer protagonistas das comédias do dramaturgo Caragiale quer personagens da sua obra mais reconhecida “Momente ai Schite”, traduzido para “Momentos e esboços”. A peça, exibida no salão Garrett do Teatro D. Maria II, está repleta de jogos, de paradoxos de linguagem e uma visão sarcástica dos comportamentos sociais. Não é melhor respirar os ensinamentos e sensações do teatro ao invés da superficialidade dos centros comerciais, recheados de cheiros e incensos em todos os corredores? Ta Ra Ta Tam já esteve em digressão em várias capitais europeias, como Paris, Londres, Bruxelas, entre outras. Mas quem é este Gigi Caciuleanu? Qual a sua inspiração para criar este espetáculo coreográfico que está agora em cena no Teatro D. Maria II?

Gigi Cacileanu: a mente por detrás Ta Ra Ta Tam no Teatro D. Maria II

Caciuleanu é reconhecido na área da dança contemporânea graças aos inúmeros prémios que conquistou e pela colaboração com vários artistas no mundo da dança e da música como Astor Piazzola, Jeanine Richer, Guy Tudy, Claude Lefevre, entre outros. Caciuleanu é “cavaleiro da ordem das artes e das letras” em França e membro do “conselho internacional da dança da UNESCO” e transmite os seus conhecimentos através de workshops e aulas no Conservatório Nacional Superior La Villette, l”École de l”Opéra de Paris, entre outros institutos superiores. Traz agora Ta Ra Ta Tam ao Teatro D. Maria II.

Não fique fechada em casa quando o vento sopra furiosamente nas suas janelas. Gaste um pouco de dinheiro, seja um das pessoas a aumentar os hábitos culturais do nosso país. Coloque Portugal como uma referência e não gaste as pernas nos centros comerciais.

A fotografia tem direitos reservados ao D. Maria II.

 

Filed Under: Teatro, Música e Dança Tagged With: actividades artísticas, artes do espectáculo, criação artística, dança, música, música universal, salas de espectáculos, teatro

Associar as Artes ao Ensino: Xeque-Mate no Aprender

12 de Agosto de 2019 by olinda de freitas

Associar as artes ao ensino convencional produz mais e melhor aprendizagem. Esta é a conclusão do relatório de pesquisa levada a cabo pela Mississippi State University divulgada no site Science Daily.

Os resultados do estudo revelaram que a integração das artes na sala de aula pode reduzir ou eliminar lacunas. Esta foi uma pesquisa que levou em consideração as classes economicamente mais desfavorecidas.

Um programa nas escolas do Mississippi: associar as artes ao ensino convencional resulta

O programa apoia os esforços dos professores para usar as artes – através da composição, da pintura, do desenho ou da escultura; tocando, cantando ou ouvindo música; e praticando a dança e a performance dramática – tudo para promover a retenção e aprendizagem.

A pesquisa efectuada terá confirmado que a integração das artes reforça a aprendizagem nas salas de aula, o que revela que pelo menos nas escolas públicas de Mississippi esta é uma realidade (quase) ao alcance de todos.

Quando comparados os resultados dos testes padronizados efectuados nas escolas que participaram no estudo e as restantes, verificou-se que as pontuações foram superiores nas escolas que participaram em associar as artes ao ensino.

Aprender de forma diferente, através do associar as artes ao ensino, é dar primazia ao conteúdo, gastar mais tempo com o pensar crítico e criativo.

A integração das artes, a partir da perspectiva de um professor em sala de aula, é ensinar tanto a área de conteúdo como todas as artes juntas. Tal requer, como afirma um dos pesquisadores, um treino especial e conhecimento igualmente especial. No entanto, este tipo de aulas com integração das artes exige qualidade e desenvolvimento profissional por parte dos professores – recursos adicionais que nem sempre poderão ser possíveis.

Este tipo de iniciativas requerem o envolvimento de toda a comunidade escolar – inclusive dos pais que deverão lutar por financiamentos e sensibilizações para que seja, de facto, possível associar as artes ao ensino.

Não é a arte uma linguagem expressiva e uma forma de conhecimento?

Arte-educação ou o ensino de Arte mais não é do que a educação que oportuniza ao indivíduo o acesso à Arte como linguagem expressiva e forma de conhecimento. Este é, portanto, um estudo carregado de pertinência.

Sabe-se que a educação em arte, assim como toda a educação geral e plena do indivíduo, desenrola-se na sociedade através de duas formas:

  • assistematicamente através dos meios de comunicação de massa e das manifestações não institucionalizadas da cultura – como será o caso das relacionadas com o folclore (entendido como manifestação viva e em mutação, não limitado apenas à preservação de tradições);
  • sistematicamente – pelo caminho da escola ou em outras instituições de ensino.

Em boa verdade a educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana: o aluno desenvolve a sua sensibilidade, a sua percepção e a sua imaginação – tanto ao realizar formas artísticas como na acção de apreciar e conhecer as formas por si produzidas, pela natureza e nas diferentes culturas.

Para ter acesso ao relatório do estudo visite www.mswholeschools.org

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: associar as artes ao ensino, composição, dança, desenho, escultura, integração das artes, Mississippi State University, música, performance dramática, pintura

Andanças nortenhas – do Minho montanhoso à praia

10 de Agosto de 2019 by João Rodrigues

Está farto das enchentes algarvias? Não aprecia neve na Serra da Estrela? Quer fugir das zonas costeiras mais batidas? Porque não fazer um desvio até ao Minho? Esta região alia montanha à praia, algo que o português gosta especialmente. Se está a matutar que não existe alojamento de qualidade por ser uma região mais rural, pesquise no sítio www.maisturismo.pt.

NA FRONTEIRA COM ESPANHA, SEGUINDO O CURSO DO RIO MINHO

Para início de visita, podem começar pelo litoral. No concelho de Caminha, situa-se a foz do rio Minho e as praias de Moledo e Vila Praia de Âncora. Refira-se como curiosidade, o festival de música de Vilar de Mouros, percursor dos outros festivais “rurais” portugueses.

Segue-se Vila Nova de Cerveira, conhecida internacionalmente pelas bienais de arte. Continuem para Valença, afamada pela fortaleza que circunda o núcleo urbano antigo. Monção é a próxima edilidade, onde é possível visitar o palácio da Brejoeira e ficam as termas de Monção. Por fim chega-se a Melgaço.

Já ouviram falar no cão de Castro Laboreiro? O nome tem origem na vila de Castro Laboreiro, sede da freguesia do mesmo nome, concelho de Melgaço. Um rio Castro Laboreiro e uma serra de Castro Laboreiro completam a repetição onomástica.

Na freguesia de Castro Laboreiro existe a aldeia habitada a maior altitude em Portugal.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, para quem está no Minho, começa em Melgaço. Compõe-se, entre outras, das serras da Peneda, Soajo e Gerês. Na serra da Peneda encontra-se o Santuário de Nossa Senhora da Peneda. A serra prolonga-se para sul até encontrar a serra do Soajo.

Pertencente ao concelho Arcos de Valdevez, o Soajo é reconhecido pelos típicos espigueiros. Na área de Arcos de Valdevez, existem monumentos megaliticos (dolmenes e mamoas) e vestígios de castros. Pesquisando por alojamento no município de Arcos de Valdevez, o resultado é o desta ligação.

MONUMENTOS, COMIDA E VINHO VERDE

No Minho situa-se a Região Demarcada dos Vinhos Verdes, apanhando algumas das edilidades mencionadas neste texto. A área de produção do vinho verde prolonga-se para o distrito do Porto. Quem tiver curiosidade pode começar uma procura pelo sítio na internet www.vinhoverde.pt e fazer uma junção entre visitar monumentos históricos e quintas produtoras da bebida. Tem diversas propostas e ideias de rotas para passeios e visitas naquela página.

Nas vilas minhotas, por serem antigas, existem monumentos como igrejas, fortificações e palácios de diversas épocas históricas (dos quais alguns foram mencionados neste texto) e vestígios arqueológicos.Quanto à gastronomia minhota, nas localidades junto aos rios existe lampreia e sável, dos quais são preparados vários pratos. Em Caminha há pratos confeccionados com peixe de mar. Outro prato comum é o sarrabulho.

Consultando os sítios na internet das câmaras municipais encontram mais informações sobre monumentos a visitar por exemplo. Fica à escolha do freguês. Neste texto estão algumas indicações básicas.

 

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ESC:ALA, a revista-maravilha electrónica do outro mundo

3 de Maio de 2019 by olinda de freitas

O que é a ESC:ALA?ESC:ALA, uma revista artística

A ESC:ALA, revista electrónica multidisciplinar das artes – e indisciplinar também por conta de a irreverência ser uma convidada que é e faz feliz – propõe-se sobretudo como um espaço de experiências sábias, uma espécie de laboratório experimental onde diferentes olhares e expressões artísticas se juntam para tomarem chá na mesma mesa e comunicarem entre si enquanto trocam, não de chávenas, de sabores.

Um espaço maravilhoso,

como a ESC:ALA só podia reunir, na mesma mesa, literatura, música, cinema, vídeo, ilustração, animação, fotografia, arquitectura, teatro, performance, design, pintura, street art e demais artes plásticas e performativas. E isto sempre na conversa, que não sendo fiada, afia-nos a reflexão como a prática mais amorosa da inteligência.

A ESC:ALA é, pois,

um espaço multimediático de interacção entre a investigação e a arte onde também artistas emergentes têm voz e lugar à mesa. Igualmente as reflexões mais periféricas ou marginais são aqui, quero dizer lá, divulgadas. Isto porque foram desenvolvidas no âmbito da rede de investigação internacional LyraCompoetics, o que faz dela, segundo as palavras de um dos autores e criadores da ESC:ALA, a ovelha tresmalhada da revista eLyra – revista que exalta o conhecimento da poesia moderna e contemporânea, promovendo a sua leitura crítica no contexto de problemáticas de âmbito transnacional. Mas isso fica para depois.

Quem é que, afinal, a fez?

Fez e fará, sim, já está prometido três a quatro edições por ano e o prometido é devido. A ESC:ALA é editada por três colaboradores do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, instituição que promove e divulga o desenvolvimento da área da Comparatística na Faculdade de Letras do Porto. O HTML ficou, e fica, a cargo do nosso querido João Pedro da Costa que, na revista exerce a polivalência do prazer, brilha igualmente a dar-nos música e saber.

A ESC:ALA número um

Ala a ala, tudo ali prontinho a ser escalado e sorvido e reflectido como se quer, a revista-maravilha conta com um conjunto imenso de autores cujas colaborações vão desde o do ensaio (Filipa Rosário, Gustavo Vicente, João Pedro Cachopo, João Pedro da Costa e Rita Novas Miranda) ao vídeo (Gonçalo Robalo, Joana Rodrigues e a dupla João Manso e Miguel Manso), passando pela fotografia (Alípio Padilha e Filipe Pinto), o argumento cinematográfico (Mathilde Ferreira Neves), a poesia (Daniel Jonas e Lúcia Evangelista) e uma instalação que combina design gráfico, ilustração e street art (Bruno Roda).

Esta primeira edição da revista inclui igualmente um inquérito sobre Cinema e Literatura ao qual responderam os cineastas Edgar Pera, Gonçalo Tocha, João Canijo, João Nicolau, Marcelo Felix, Regina Guimarães e Saguenail, Renata Sancho e Sandro Aguilar. Uma maravilha de se ler. Está à espera do quê?

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: actividades literárias, animação, arquitectura, artes plásticas e performativas, cinema, criação literária, design, ESC:ALA, fotografia, ilustração, investigação, literatura, música, performance, pintura, reflexão, revista, street art, teatro, vídeo

Música da Boa no Teatro São Luiz para Graúdos e Miúdos

17 de Abril de 2019 by olinda de freitas

Música da boa feita por graúdos também para os miúdos é o desafio do Teatro S. Luiz em um espectáculo de cada vez para um artista por mês conforme adianta o site Observador. Chama-se ciclo mais Novos e quem o abre é Rita Redshoes.

Rita Redshoes, Noiserv, Sara Tavares e Pedro Burmester com o Quarteto de Cordas de Matosinhos: música da boa no ciclo Mais Novos

Música da boaComeça já em Setembro a dar música da boa no Teatro São Luiz que se prolongará até Fevereiro: Rita Redshoes, Noiserv, Sara Tavares e Pedro Burmester com o Quarteto de Cordas de Matosinhos – um de cada vez – vão animar Portugal. E também o Portugal dos pequeninos com uma performance de ciclo Mais Novos com bilhetes a custarem apenas três euros.

Quem começa é a Rita Redshoes: “Vai ser como se as crianças entrassem no meu quarto, onde eu escrevo as canções”. “Ao entrarem neste meu quarto vão-se deparar com uma série de sons que são tocados sempre com instrumentos, mas não me vão ver a tocá-los, só as minhas mãos” e os bilhetes já estão esgotados para o espectáculo que dura 25 minutos com o objectivo de que todas se mantenham concentradas. Mas entretanto há mais magia…

Vai acontecer assim: para poderem entrar no quarto, os mais pequenos têm de tocar em um botão que emite um som. E depois todos esses sons serão emitidos ao mesmo tempo. “No final dá-se o meu encontro com eles, onde venho cantar quatro canções minhas com instrumentos mais inusitados: tenori-on, que é um instrumento japonês electrónico, depois toco com omnichord, um pianinho daqueles digitais, kalimba…”.

Os concertos para crianças não são uma novidade para a artista, já que em 2013 já tinha preparado um concerto com esta tipologia a convite do festival Big Bang. Apesar de a performance ser para crianças maiores de três anos, “as crianças um pouco mais novas também podem interagir”, refere a cantora.

Graúdos partilham as paixões de Rita Redshoes em concerto

Miúdos à parte, também os graúdos têm direito a música da boa em que parte do alinhamento vai ser composto pelo mais recente trabalho da artista, Life Is A Second Of Love – um trabalho que ficou pronto em Maio e está carregado de paixão. Será, portanto, um concerto apaixonado e apaixonante com visitas a trabalhos mais antigos: “canções mais antigas que me dizem bastante e que as pessoas esperam ouvir”.

A certa altura podem esperar um momento único no concerto, pois a Rita vai tocar sozinha e aproveitar para usar instrumentos diferentes e fazer o deleite dos ouvidos mais sensíveis.

Sara Tavares irá também preparar um concerto para os mais novos no início de Novembro – e estes bilhetes ainda não esgotaram. Segue-se posteriormente Noiserv, com os seus instrumentos originais e canções a pensar nos pequenotes.

A encerrar o ciclo, em Fevereiro, estará Pedro Burmester e Quarteto de Cordas de Matosinhos. Fica aqui uma promessa de que a música da boa vai invadir o palco.

Filed Under: Teatro, Música e Dança Tagged With: Arte, ciclo mais novos, concertos, música, Música da boa, Noiserv, Pedro Burmester, performance, Rita Redshoes, Sara Tavares, Teatro São Luiz

O Recomeço do Ano Escolar nos dias de hoje

8 de Março de 2019 by

Logo que se inicia o mês de Setembro regressa à memória de todos os jovens a obrigatoriedade de regressar à escola, às actividades e quase sempre à prática do desporto.

A organização familiar começa por saber quais os horários da escola para depois iniciar uma busca desmesurada sobre como ocupar o tempo dos mais novos, embora por vezes, sem haver uma conversa anterior sobre como ocupar estes tempos.

Pois, o que de facto interessa em termos familiares, é que os jovens tenham todo o tempo ocupado, a escolha começa por se deter com a vertente financeira de cada uma das actividades e rapidamente os jovens vêem o seu tempo ocupado entre o horário escolar, as actividades extra-escolares, o tempo para estudar e…onde está o tempo para brincar, no caso dos mais pequenos e no que diz respeito aos adolescentes onde fica o tempo para conversar com os familiares, até mesmo tempo para não fazer nada, apenas pensar !

Nos dias de hoje a vida é de tal forma preenchida com as necessidades que os pais têm de manter o trabalho, manter a estabilidade financeira, que se esquecem que temos de dar tempo aos jovens para o seu próprio tempo, temos de deixar espaço para as actividades próprias de cada idade, temos de deixar espaço para a convivência familiar, temos de conseguir ter esse tempo !

A nossa juventude está, de tal forma, invadida por tanta informação que começam a nao ter espaço para a processar, esquecem que existem outros interesses, tais como, conviver com a Família.

A companhia dos Pais e Familiares é um dos vectores mais importantes no crescimento de uma criança e deve ser tomado em conta nestes dias conturbados da nossa sociedade, os valores para uma existência tranquila são passados pela convivência com as gerações mais idosas, visitar os Familiares mais idosos, ouvir as suas histórias são essenciais no desenvolvimento da personalidade dos nossos adolescentes.

Um passeio, por pequeno que seja, pode ser o elixir para que o relacionamento entre os jovens adolescentes e os seus Pais seja mais forte, saber o que pensa o adolescente e proporcionar a este saber quais os pensamentos dos seus Pais, basta por vezes 10 minutos para que uma simples conversa mude o Humor e o bem estar de uma Família.

Com a velocidade em que vivemos nem nos apercebemos que um pouco de tempo, pode fazer a diferença há que repensar a estratégia de educar os nossos jovens.  

 

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