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ESC:ALA, a revista-maravilha electrónica do outro mundo

3 de Maio de 2019 by olinda de freitas

O que é a ESC:ALA?ESC:ALA, uma revista artística

A ESC:ALA, revista electrónica multidisciplinar das artes – e indisciplinar também por conta de a irreverência ser uma convidada que é e faz feliz – propõe-se sobretudo como um espaço de experiências sábias, uma espécie de laboratório experimental onde diferentes olhares e expressões artísticas se juntam para tomarem chá na mesma mesa e comunicarem entre si enquanto trocam, não de chávenas, de sabores.

Um espaço maravilhoso,

como a ESC:ALA só podia reunir, na mesma mesa, literatura, música, cinema, vídeo, ilustração, animação, fotografia, arquitectura, teatro, performance, design, pintura, street art e demais artes plásticas e performativas. E isto sempre na conversa, que não sendo fiada, afia-nos a reflexão como a prática mais amorosa da inteligência.

A ESC:ALA é, pois,

um espaço multimediático de interacção entre a investigação e a arte onde também artistas emergentes têm voz e lugar à mesa. Igualmente as reflexões mais periféricas ou marginais são aqui, quero dizer lá, divulgadas. Isto porque foram desenvolvidas no âmbito da rede de investigação internacional LyraCompoetics, o que faz dela, segundo as palavras de um dos autores e criadores da ESC:ALA, a ovelha tresmalhada da revista eLyra – revista que exalta o conhecimento da poesia moderna e contemporânea, promovendo a sua leitura crítica no contexto de problemáticas de âmbito transnacional. Mas isso fica para depois.

Quem é que, afinal, a fez?

Fez e fará, sim, já está prometido três a quatro edições por ano e o prometido é devido. A ESC:ALA é editada por três colaboradores do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, instituição que promove e divulga o desenvolvimento da área da Comparatística na Faculdade de Letras do Porto. O HTML ficou, e fica, a cargo do nosso querido João Pedro da Costa que, na revista exerce a polivalência do prazer, brilha igualmente a dar-nos música e saber.

A ESC:ALA número um

Ala a ala, tudo ali prontinho a ser escalado e sorvido e reflectido como se quer, a revista-maravilha conta com um conjunto imenso de autores cujas colaborações vão desde o do ensaio (Filipa Rosário, Gustavo Vicente, João Pedro Cachopo, João Pedro da Costa e Rita Novas Miranda) ao vídeo (Gonçalo Robalo, Joana Rodrigues e a dupla João Manso e Miguel Manso), passando pela fotografia (Alípio Padilha e Filipe Pinto), o argumento cinematográfico (Mathilde Ferreira Neves), a poesia (Daniel Jonas e Lúcia Evangelista) e uma instalação que combina design gráfico, ilustração e street art (Bruno Roda).

Esta primeira edição da revista inclui igualmente um inquérito sobre Cinema e Literatura ao qual responderam os cineastas Edgar Pera, Gonçalo Tocha, João Canijo, João Nicolau, Marcelo Felix, Regina Guimarães e Saguenail, Renata Sancho e Sandro Aguilar. Uma maravilha de se ler. Está à espera do quê?

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: actividades literárias, animação, arquitectura, artes plásticas e performativas, cinema, criação literária, design, ESC:ALA, fotografia, ilustração, investigação, literatura, música, performance, pintura, reflexão, revista, street art, teatro, vídeo

Música da Boa no Teatro São Luiz para Graúdos e Miúdos

17 de Abril de 2019 by olinda de freitas

Música da boa feita por graúdos também para os miúdos é o desafio do Teatro S. Luiz em um espectáculo de cada vez para um artista por mês conforme adianta o site Observador. Chama-se ciclo mais Novos e quem o abre é Rita Redshoes.

Rita Redshoes, Noiserv, Sara Tavares e Pedro Burmester com o Quarteto de Cordas de Matosinhos: música da boa no ciclo Mais Novos

Música da boaComeça já em Setembro a dar música da boa no Teatro São Luiz que se prolongará até Fevereiro: Rita Redshoes, Noiserv, Sara Tavares e Pedro Burmester com o Quarteto de Cordas de Matosinhos – um de cada vez – vão animar Portugal. E também o Portugal dos pequeninos com uma performance de ciclo Mais Novos com bilhetes a custarem apenas três euros.

Quem começa é a Rita Redshoes: “Vai ser como se as crianças entrassem no meu quarto, onde eu escrevo as canções”. “Ao entrarem neste meu quarto vão-se deparar com uma série de sons que são tocados sempre com instrumentos, mas não me vão ver a tocá-los, só as minhas mãos” e os bilhetes já estão esgotados para o espectáculo que dura 25 minutos com o objectivo de que todas se mantenham concentradas. Mas entretanto há mais magia…

Vai acontecer assim: para poderem entrar no quarto, os mais pequenos têm de tocar em um botão que emite um som. E depois todos esses sons serão emitidos ao mesmo tempo. “No final dá-se o meu encontro com eles, onde venho cantar quatro canções minhas com instrumentos mais inusitados: tenori-on, que é um instrumento japonês electrónico, depois toco com omnichord, um pianinho daqueles digitais, kalimba…”.

Os concertos para crianças não são uma novidade para a artista, já que em 2013 já tinha preparado um concerto com esta tipologia a convite do festival Big Bang. Apesar de a performance ser para crianças maiores de três anos, “as crianças um pouco mais novas também podem interagir”, refere a cantora.

Graúdos partilham as paixões de Rita Redshoes em concerto

Miúdos à parte, também os graúdos têm direito a música da boa em que parte do alinhamento vai ser composto pelo mais recente trabalho da artista, Life Is A Second Of Love – um trabalho que ficou pronto em Maio e está carregado de paixão. Será, portanto, um concerto apaixonado e apaixonante com visitas a trabalhos mais antigos: “canções mais antigas que me dizem bastante e que as pessoas esperam ouvir”.

A certa altura podem esperar um momento único no concerto, pois a Rita vai tocar sozinha e aproveitar para usar instrumentos diferentes e fazer o deleite dos ouvidos mais sensíveis.

Sara Tavares irá também preparar um concerto para os mais novos no início de Novembro – e estes bilhetes ainda não esgotaram. Segue-se posteriormente Noiserv, com os seus instrumentos originais e canções a pensar nos pequenotes.

A encerrar o ciclo, em Fevereiro, estará Pedro Burmester e Quarteto de Cordas de Matosinhos. Fica aqui uma promessa de que a música da boa vai invadir o palco.

Filed Under: Teatro, Música e Dança Tagged With: Arte, ciclo mais novos, concertos, música, Música da boa, Noiserv, Pedro Burmester, performance, Rita Redshoes, Sara Tavares, Teatro São Luiz

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