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O minimalismo, e modernismo, interessante de Ângela Ferreira

29 de Janeiro de 2020 by olinda de freitas

Ângela Ferreira, raízes Moçambicanas, investiga – e estrutura-se – acerca das origens da identidade e dos problemas nas dialécticas interculturais que explora interpelando, muitas vezes, certas obras e discursos do Modernismo. O seu trabalho foi dominado, desde cedo, por uma clara intenção política.

A artista,Ângela Ferreira, artista multifacetada

vive e trabalha em Lisboa, com passagens pela Africa do Sul, onde produz temas e formas enraizados em memórias da sociedade industrial contemporânea. Ângela Ferreira nasceu em Maputo, na antiga colónia portuguesa de Moçambique, onde viveu até 1973, e formou-se em Escultura, pela Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul do apartheid.

Assistiu a todo o ambiente revolucionário do pós 25 de Abril e, em 1976, regressou a África estabelecendo-se na Cidade do Cabo onde viria a desenvolver os seus estudos artísticos na University of Cape Town, obtendo, em 1981, o B.A. em Fine Arts e Sculpture e em 1983 o M.F.A. em Sculture. Tem trabalhado sempre ao encontro da sua própria biografia e a preocupação pós-colonialista, em desconstruir a teoria e a história, vem-se afirmando, menos na escultura formal dos primeiros anos – mas sobretudo nas fotografias, vídeos e instalações que hoje apresenta, e que a levaram a representar Portugal na Bienal de Veneza de 2007.

Africa marcante

Artista contemporânea multifacetada, a sua vivência no continente africano marca profundamente a sua obra através de leituras irónicas e autobiográficas. Abordagens como a geopolítica encontram-se entre os principais pontos de partida, e reflexão, dos trabalhos de Ângela Ferreira -tornando-se veículos para pesquisas em torno da definição de verdades objectivas em determinados campos da arte, das políticas de género e da história, ou mesmo como forma de levantar questões acerca das definições culturais de certos países e das respectivas sociedades.

Recorrendo a uma variedade de técnicas que vão desde a fotografia e vídeo até à instalação e escultura, onde amiúde utiliza materiais da construção civil, a sua prática artística encontra referências na arte modernista, na arte do minimalismo e em práticas desconstrutivistas. O desconstrutivismo torna-se, assim, numa metáfora da desconstrução analítica da teoria da arte moderna, ou seja, a artista apropria-se de métodos modernistas na tentativa de estimular a consciência de como os sistemas culturais fazem negociação com os conceitos de aqui e ali, de centro e periferia e das complexidades do original e do simulacro.

À procura da definição

da arte de Ângela Ferreira, para uma formulação em termos extremos, pode dizer-se que a artista usa e analisa as estruturas normativas do modernismo para, a partir de uma dupla perspectiva africana e europeia, questionar a sua necessidade ou inutilidade. A apropriação (e aquela espécie de negociação) dessas estruturas normativas, materializada por Ângela Ferreira nos seus trabalhos, encontram pertinência tanto no contexto africano – pela relação de dependência cultural estratégica iniciada pelos poderes europeus coloniais -como no que concerne aos contextos europeu e norte-americano, na consciencialização dos métodos de criação de significado no campo de arte.

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Filed Under: Atividades literárias Tagged With: Africa, Ângela Ferreira, Arte, escultura, materiais de construção civil, minimalismo, modernismo, obras

Obra de arte: a expressão artística no seu esplendor

11 de Agosto de 2019 by Patrícia Alexandra Aboim Rodrigues

Uma definição tende a ser minimalista e redutora mas dentro daquilo que pode ser expressado por palavras, podemos dizer que a arte surge de uma necessidade emergente e urgente. Vem do fundo de uma alma humana que a materializa. Uma obra de arte surge quando o mundo avança, quando o homem acrescenta algo de novo à sua consciência e quando essa consciência individual consegue chegar à consciência colectiva. Isto sugere um paralelismo evidente entre a História da Arte e a História da Humanidade pois elas são uma só, embora falem diferentes linguagens.

A expressão artística e a obra de arte

É interessante analisar a diferença entre expressão artística e obra de arte. Só uma obra de arte prevalece na História, esta ultrapassa os limites da expressão artística, ela marca a sua presença pois faz a Humanidade crescer em consciência.

A expressão artística é o caminho que permite chegar à obra de arte. Acima de tudo, é uma recriação do mundo interno do artista, que pode ou não ser reconhecida. Não sendo reconhecida, não consegue criar uma mudança a nível sociológico ou histórico. A obra de arte pressupõe um alargamento deste conceito, pois a obra de arte além de conter a expressão artística, o novo, a realização do sentir, inclui ainda, a relação directa do observador face à obra e ao criador. A contemplação é um elemento essencial à definição de obra de arte, pois apenas a expressão artística reconhecida pelo outro pode ascender à função de obra de arte.

As obras de arte são ousadas, provocam no observador um emaranhado de emoções e este pode transcender o seu ego, elevar-se a um novo grau de consciência que o colectivo está a criar, grau esse que o artista manifesta em plenitude na sua obra de arte.

A expressão artística não necessita de uma funcionalidade, para além da criação do novo e da manifestação da inquietação interna. A arte tem um sentido transcendental, sendo, talvez, esta a única e verdadeira função da arte.

A História da Arte documenta as diversas tendências que caracterizaram cada época, mostra como o papel do artista se modifica nos diversos contextos, pois ela documenta obras de arte em imergência constante.

Platão questiona a visão unilateral da arte e pensa-a na sua essência, procura sentir a arte em toda a sua plenitude. Para ele, a representação por si só é nula, em termos artísticos, não é mais que a imitação do real.

O realismo defende que essa imitação tem que ser perfeita e que, de facto, o pode ser. Ideia esta, que a arte moderna altera com a sua noção mais abrangente de arte, em que esta pode ser muito mais do que a representação do real.

A Filosofia, também, questiona a arte, procura nela o que está para além de uma expressão artística. Entende a obra de arte como um meio, para alcançar o conceito de belo. Assim, surge o Esteticismo que assume a arte como livre, embora na procura do valor estético.

Na reflexão da obra finalizada nasce em cada um o julgamento estético e, deste julgamento social, surge a Crítica da Arte. Este é um fenómeno que ajuda a entender cada obra em cada contexto e, por outro lado, ajuda a entender o contexto de cada obra, pois ela é um fruto da sociedade onde se manifestou.

A arte não cabe numa definição pois está em constante mudança. É efémera e temporal e, simultaneamente, eterna e intemporal. Ernest Gombrich afirma que “nada existe realmente a que se possa dar o nome de Arte. Existem somente artistas.” Arte é um fenómeno cultural. Regras absolutas sobre ela não sobrevivem ao tempo e cada um pode escolher como compreender este fenómeno de natureza humana.

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Música da Boa no Teatro São Luiz para Graúdos e Miúdos

17 de Abril de 2019 by olinda de freitas

Música da boa feita por graúdos também para os miúdos é o desafio do Teatro S. Luiz em um espectáculo de cada vez para um artista por mês conforme adianta o site Observador. Chama-se ciclo mais Novos e quem o abre é Rita Redshoes.

Rita Redshoes, Noiserv, Sara Tavares e Pedro Burmester com o Quarteto de Cordas de Matosinhos: música da boa no ciclo Mais Novos

Música da boaComeça já em Setembro a dar música da boa no Teatro São Luiz que se prolongará até Fevereiro: Rita Redshoes, Noiserv, Sara Tavares e Pedro Burmester com o Quarteto de Cordas de Matosinhos – um de cada vez – vão animar Portugal. E também o Portugal dos pequeninos com uma performance de ciclo Mais Novos com bilhetes a custarem apenas três euros.

Quem começa é a Rita Redshoes: “Vai ser como se as crianças entrassem no meu quarto, onde eu escrevo as canções”. “Ao entrarem neste meu quarto vão-se deparar com uma série de sons que são tocados sempre com instrumentos, mas não me vão ver a tocá-los, só as minhas mãos” e os bilhetes já estão esgotados para o espectáculo que dura 25 minutos com o objectivo de que todas se mantenham concentradas. Mas entretanto há mais magia…

Vai acontecer assim: para poderem entrar no quarto, os mais pequenos têm de tocar em um botão que emite um som. E depois todos esses sons serão emitidos ao mesmo tempo. “No final dá-se o meu encontro com eles, onde venho cantar quatro canções minhas com instrumentos mais inusitados: tenori-on, que é um instrumento japonês electrónico, depois toco com omnichord, um pianinho daqueles digitais, kalimba…”.

Os concertos para crianças não são uma novidade para a artista, já que em 2013 já tinha preparado um concerto com esta tipologia a convite do festival Big Bang. Apesar de a performance ser para crianças maiores de três anos, “as crianças um pouco mais novas também podem interagir”, refere a cantora.

Graúdos partilham as paixões de Rita Redshoes em concerto

Miúdos à parte, também os graúdos têm direito a música da boa em que parte do alinhamento vai ser composto pelo mais recente trabalho da artista, Life Is A Second Of Love – um trabalho que ficou pronto em Maio e está carregado de paixão. Será, portanto, um concerto apaixonado e apaixonante com visitas a trabalhos mais antigos: “canções mais antigas que me dizem bastante e que as pessoas esperam ouvir”.

A certa altura podem esperar um momento único no concerto, pois a Rita vai tocar sozinha e aproveitar para usar instrumentos diferentes e fazer o deleite dos ouvidos mais sensíveis.

Sara Tavares irá também preparar um concerto para os mais novos no início de Novembro – e estes bilhetes ainda não esgotaram. Segue-se posteriormente Noiserv, com os seus instrumentos originais e canções a pensar nos pequenotes.

A encerrar o ciclo, em Fevereiro, estará Pedro Burmester e Quarteto de Cordas de Matosinhos. Fica aqui uma promessa de que a música da boa vai invadir o palco.

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Joalharia Contemporânea, não é Arte? A ASAE Fiscaliza

4 de Março de 2019 by olinda de freitas

A joalharia contemporânea é, antes de mais, uma questão conceptual, ou seja, o fazer jóias com base em um design inovador e único. Porém, este é um fabrico manufacturado que se processa através da utilização de metais nobres mas, também,  materiais alternativos.

Resina de poliéster cristal, acrílicos, madeira, borrachas e outros materiais conferem, na joalharia contemporânea, um conceito inovador e moderno de fazer o adorno – o acessório.

A joalharia contemporânea rompe com o mainstream

joalharia contemporâneaA noção de individualidade e artesanato – aliada à exigência de sustentabilidade da modernidade – rompe com a formatação de joalharia em joalharia contemporânea, mainstream, daquilo que, até pelo menos aos anos sessenta, era uma joalharia contemporânea, metais nobres, joalharia, materiais alternativos.

A joalharia contemporânea usa o corpo humano como uma área geral de trabalho e incorpora métodos e materiais que são inerentes à arte de uma forma geral.

A ideia de que só os metais nobres e preciosos constituem matéria prima para a produção de jóias está completamente ultrapassada. Tudo é motivo para servir de base a uma jóia; tudo é motivo, mesmo com materiais alternativos, para ter funcionalidade estética – senão usabilidade.

Design, arte e manufactura

A Joalharia contemporânea é, de facto, a união do design com a arte e com a manufactura – embora constitua um mercado pequeno e a aguardar expansão.

Neste mercado, o produtor de joalharia contemporânea tem sempre dois caminhos por onde escolher:

  • a joalharia de autor, com nome e estilo próprio, identidade bem específica;
  • a joalharia experimental, mais inovadora, onde são explorados constantemente novos conceitos e novas técnicas e materiais, mais excêntrica.

No meio de tudo isto está a polémica: como podem os joalheiros que trabalham materiais alternativos ter aceitação no mercado se actualmente só podem exercer a profissão se usarem materiais incluídos no Regulamento das Contrastarias, que data de 1979? São estes materiais o ouro, a prata e a platina.

Isto significa que todas as peças produzidas em materiais alternativos só podem ser vendidos em estabelecimentos que não sejam ourivesarias ou lojas de museus!

Trocadinho por miúdos, a joalharia contemporânea não é reconhecida como arte em Portugal e ter a pretensão de fazê-lo é incorrer em ilegalidade.

A questão agudiza-se imenso com a introdução da fiscalização a locais de venda de peças de joalharia contemporânea. Isso mesmo, é suposto a ASAE – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica – andar a fiscalizar e a confiscar jóias contemporâneas.

O problema assume gravidade porque, depois, como é que os artistas fazem para reaver as suas jóias se para isso teriam de as ter contrastadas e se para estarem contrastadas têm necessariamente de ter como matéria prima metais nobres?

Pois, vale a pena pensar nisto…

Apesar de a joalharia contemporânea ser ainda subjectiva no mundo da arte, importante mesmo é dar-lhe notoriedade e estímulo para que continue a brilhar entre metais nobres e aproveitamento de plásticos, resinas, borrachas ou o que mais se quiser…

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Alberto Carneiro – entre a arte e o tempo, sempre o momento

20 de Dezembro de 2018 by olinda de freitas

Quem é Alberto Carneiro?

Alberto Carneiro é um artista do Coronado, onde vive e trabalha. É um homem antigo, não por ter 77 anos, pela profundidade da relação que vai estabelecendo entre natureza, cultura, pensamento e acção: trabalha temas cujos modelos se encontram enraizados em ancestrais soluções de representação, quer do Ocidente quer do Oriente. O modo como escolhe e usa os materiais – e também como define e articula as formas – faz dele um homem antigo com um artista por dentro.

Em um momento, entre tantos, retoma uma das figuras mais recorrentes e simbólicas da sua obra: a mandala, onde todos os elementos são dispostos simetricamente em raios e circunferências concêntricas, discursando sobre as realidades básicas do mundo, que se inscrevem nas pedras graníticas em palavras e aforismos como arte, vida, água, ar, fogo e terra ou se erguem colunas encimadas por galhos ou ramos. Os pontos cardiais, norte, sul, leste e oeste, compõem o discurso da centralidade – transmitindo uma energia universal.

Ele e a arteAlberto Carneiro, o homem-escultor

“Eu e a arte não sabemos ao certo quem somos mas temos a certeza de sermos um do outro e isto é tudo de que precisamos para a vida.” Diz, linguagem de amor, Alberto Carneiro já que toda a produção artística do escultor se confunde com a sua própria vida e com as reminiscências do meio onde nasceu e cresceu e se descobriu como artista e criador.

Para Alberto Carneiro, cada exposição é um manifesto cuja ideia central é a demonstração de que a arte é o artista e também o espectador. Estou a lembrar-me daquela ideia tornada matéria a partir de raízes e troncos de laranjeiras, oliveiras, bambus e vides, sempre acompanhadas de vidros ou espelhos com textos que, para além de realçarem a importância da palavra na obra de Alberto Carneiro, envolvem o espectador através do seu reflexo: o “teu ser imaginante”. As obras são assumidas como “momentos”, reiterando o facto do percurso do espectador ocorrer não só no espaço como também no tempo.

Alberto Carneiro espalhado – e espalhando-se em Portugal

São várias as cidades portuguesas que exibem as obras públicas do homem-escultor. Em 1991, Santo Tirso recebeu “Água sobre a terra, granito e água” e “O barco, a lua e a montanha”. (Alberto Carneiro foi o grande impulsionador da criação do Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso (MIEC), do qual é director artístico nacional. Criado oficialmente a 20 de Outubro de 1996, o Museu tem por base o espólio recebido dos simpósios internacionais de escultura contemporânea ao ar livre, realizados em Santo Tirso desde 1991).

Para as “Jornadas de Arte Contemporânea do Porto”, de 1992, realizou a instalação “Uma árvore é uma obra de arte quando recriada em si mesma como um conceito para ser metáfora”; para a inauguração do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no ano de 1993, projectou a instalação “Nas margens de um rio”, usando árvores de água e transparências de vidro; e, para a sede da Associação dos Arquitectos do Porto, produziu a escultura em granito “Sobre a água”. Fez também esculturas para o Metropolitano de Lisboa (“Sobre as Árvores”, esculturas em bronze, datadas de 1995-1996), para a Expo 98″ (“Sobre o mar”, escultura em granito e madeira datada de 1997-1998), para a Biblioteca Almeida Garrett, no Porto (“A árvore da vida”, escultura de madeira instalada em 2001), para Chaves, um bronze, para os Jardins de Casa de Serralves (“Ser Árvore e Arte”, inaugurada em 2002) Em 2002 iniciou a instalação do Parque Internacional de Escultura Contemporânea na vila de Carrazeda de Ansiães, para onde esculpiu uma obra que pontifica no jardim da Biblioteca local.

e no mundo?

Além fronteira, também se encontram esculturas da autoria de Alberto Carneiro: “The Stone Garden”, no Derwenthaugh Park, em Gateshead, Inglaterra; uma escultura com árvores, pedras, terra e relva no parque Metropolitano de Quito, Equador; uma escultura no parque Sculpture in Woodland em Devil”s Glen, Ashford, Wicklow, Irlanda; uma escultura na Aldeia Folclórica Coreana, Coreia do Sul; o espaço/escultura “A casa da terra e do fogo” no caminho das esculturas do vale de Ordino, Andorra; uma escultura na cidade de Taoyuan, na Ilha Formosa; a escultura “As árvores florescem em Huesca”, Espanha; e uma escultura em Santiago do Chile.

Ao homem- escultor Alberto Carneiro foram atribuídos variados prémios e distinções. Mas isso não me interessa nada.

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