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Inteligência Positiva – Vamos à Parte I – O que é?

3 de Maio de 2019 by Ana Paula Pinto

No período em que vivemos – o de crise permanente que não tem fim à vista para os mais pessimistas – há um sentimento comum: fracasso. É duro de admitir mas é verdadeiro.

Deixem-me contar-vos a história de um homem, chamado António como tantos outros neste país, perdeu tudo por más opções que fez ao longo da sua vida. Era só gastar sem pensar no dia de manhã. Nada amealhou ao longo da sua vida. E assim, com quarenta e cinco anos, viu-se atafegado de dívidas e desempregado.

Um dia, de regresso de mais um dia à procura de emprego e dos mal-afamados carimbos do Centro de Emprego, sentou-se no sofá da sala e tapou o rosto com as suas duas mãos. A sua filha de oito anos perguntou-lhe porque estava triste, sem pensar, e por o sentimento de fracasso ser tão devastador, perdeu o controlo e chorou baba e ranho como nunca o tinha feito.

A culpa minava-lhe os dias e boicotava-lhe as noites: Porquê?

O António não era capaz de deixar de se sentir culpado pelas dívidas contraídas pela família, e andava constantemente atormentado pela responsabilidade. Para além disso, a mulher começou desesperadamente a acusá-lo severamente por erros do passado e para piorar o cenário, ainda acrescentava ironicamente: “Eu bem te avisei! Eu sempre te disse para poupar! Eu bem te avisei! Tu é que és o culpado disto tudo!”

Como solução, certamente, não é recordar o passado, mas olhar para à frente. O passado já lá vai. Deixemos de ser saudosistas: basta! Que soluções?

As soluções estão sempre em nós, nunca nos outros. E esse é o primeiro passo para perceber o que é a inteligência positiva. Em nós é que está o potencial de remediar o mal que é feito. A inteligência positiva é aproveitar o conjunto ilimitado dos recursos que o nosso cérebro tem à nossa disposição. É tão simples! Basta querê-lo!

Voltemos ao nosso António: cada dia mais desesperado, afundava-se na depressão até que pediu ajuda, pois estava com o casamento preso por um fio. É importante formular as questões corretas sempre com vista a redirecionar para outro caminho e não calcar perpetuamente o que já foi e o que poderia ter sido. O que já lá vai, já lá vai!

Urge perguntar: “O que terei de fazer para que daqui a três anos possa afirmar que a crise atual foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido? Não tenho dúvidas que esta pergunta possa parecer fantasista! É normal que possa haver céticos perante o que foi escrito. 

Em suma, a inteligência positiva é equilibrar forças que se encontram na sua mente. O nosso cérebro tanto é o nosso amigo como pior inimigo. E com a inteligência positiva é possível vencer o lado mau da sua mente, atingindo mais felicidade e suprimir as muitas pedras no seu sapato que não o deixam caminhar livremente para um futuro mais risonho.

 

Referência: 

Chamine, S. (2013). Inteligência Positiva, o novo quociente de inteligência, Lisboa, Gestãoplus Edições. 

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Ferramentas essenciais para abrir a porta ao Amor

29 de Março de 2019 by Anabela Baptista

Tendemos a escolher quem amamos como se quem amassemos fosse o nosso espelho, como se outro fosse “réplica ” (palavra de João Teixeira Lopes em p3.publico.pt/actualidade/sociedade/1464/logica-dos-afectos) nossa. 

Queremos dominar o/a outro/a, trazê-lo/a para o nosso mundo, rendê-lo/a aos nossos caprichos. Mas até que ponto teremos esse direito? E até que ponto aquilo que precisamos que o outro seja é um completo capricho nosso?!

No meio destas interrogações, vem-me à mente a história dos dois burros atados um ao lado do outro, tendo cada um de seu lado uma faixa de erva apetitosa; ora cada um puxa para seu lado para alcançar o seu montinho de erva e assim não conseguem alcançar, nenhum deles, o dito montinho. Até que se sentam, já exaustos e famintos, e têm uma ideia. Resolvem então ir os dois juntos a um monte de um lado e depois novamente ambos irem juntos ao outro.

Se existem almas gémeas, não sei o que isso é, pois até hoje não conheci um único ser que aspirasse todos os ideais que eu, que tivesse os mesmos gostos, que concordasse em tudo comigo, no fundo que visse sempre o mundo como se seus olhos fossem os meus.

Não aborto o AMOR, claro que não. A verdade é que os seres que conheço andam numa luta pelo MESMO, tentam superar-se a cada momento, ou a Terra não girasse, feita de homens e mulheres em constante movimento também.

Para mim, existe sim um olhar diferente de vez em quando. Hoje sou eu que visto os olhos da outra pessoa, amanhã é o outro que veste os meus, e assim vamos caminhando lado a lado com os olhos postos no mesmo objetivo.

Temos que nos adaptar ao outro e isso, quando equilibrado, não significa subjugarmo-nos ao outro, porque o outro também é impelido ao mesmo processo de se adaptar a nós.

O diálogo é fundamental. Atualmente, nunca durmo sem antes falar com o meu marido sobre o que me inquieta e isso resulta. Já fui uma ostra fechada em copas, de tal forma, que já nem sabia o que me inquietava e sofria, sofria, num gesto surdo e calado, que me impedia de dormir uma noite inteira. Era abanada vezes sem conta por meu marido na cama por forma a explicar-lhe o meu estado de choro compulsivo, porém de tão ostra ser nem conseguia articular um discurso, pois tinha medo de ser rejeitada, de represálias, no fundo de achar meus dilemas puramente infantis. Hoje sei que isso são complexos e quando derrubamos o muro dos complexos, tudo fica bem mais fácil. Se eu der um passo de coragem, o GRANDE AMOR_aquele ente superior em que acreditamos_ dará mil para me ajudar!

 

 

 

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Sou uma rosa! Linda Rosa sou eu! Sempre pronta a amar!

22 de Março de 2019 by Jose Moreira

 

Sou uma rosa

A desabrochar

Sou o teu coração

Ardente sempre pronto para te amar!

 

Apenas às vezes não entendes

Que deste coração de rosa

Existe um ser com sentimentos

Que quer carinhos

Mas não são só beijinhos!

 

Ao mesmo tempo esta rosa também tem espinhos

Sangra e chora

Não deixes que os espinhos nasçam

Porque no mais intimo da rosa

Deixa de existir a tua luz e vida…

 

Sou pura e não tenho maldade

Só espero que me ames de verdade

Para toda a nossa eternidade…

 

Não choro mais

Quero sorrir

Sou a tua rosa linda

E nos teus olhos castanhos

Verás que esta rosa é tua!

 

Sou a tua rosa

Numa barco a navegar

Comigo podes sempre contar

 

Só precisas entender que a felicidade

Encontra-se mas há que agarra-la

E com uma rosa pura tu podes acabar e quem sabe casar!

 

Rosa, rosa leva o meu destino

Segue a minha luz que te vai

Amar para sempre com amor e carinho!

 

Rosa, não deixes nunca

Que teus espinhos

Interfiram em nossos caminhos!

 

Vermelha rosa, em teu coração

E em tua frescura, do cheiro de teus sentidos

Ecoa no bater da tua emoção, nossa paixão

 

Cresce e floresce no campo

Em aromas e cheiros diferentes

És especial, teu cheiro entranha

E em tua memória não estranha

Tua beleza e tua sensualidade

Em momentos de muita saudade

 

Meu amor, não partas, sem tua rosa

Não destruas  suas pétalas

Cheira o cheiro perfumado

Deste amor que te quer

Para toda a existência ver

 

Cuida tua rosa

Como se cuida um filho

Reserva na tua alma

Momentos de pura calma

Em teu espelho, reflexo 

De ilusão, magia

Que aguarda cada momento considerado único

 

Passeia no campo

Com tua rosa, de mãos dadas

Entre mal-mequeres de pétalas formosas

Tu és livre em todo o teu ser

Caminha em teu aperto de coração 

Entre flores por nós consideradas nossas

 

Vive a vida em todo o teu esplendor

Brilho nos olhos que ecoa em sorriso

De teu rosto, alegria

Transformada em melancolia quando teu corpo

Está ausente

Sinto saudades de teu toque

De veludo, macia a tua pele

Para mim estás presente

 

Meu ser vive e não esquece

Momentos de loucura que vivemos

Incendiamos todas nossas vivências

Colmatando todas as nossas ausências

Quero-te sempre minha

Mesmo na loucura de nossos pensamentos.

 

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O Recomeço do Ano Escolar nos dias de hoje

8 de Março de 2019 by

Logo que se inicia o mês de Setembro regressa à memória de todos os jovens a obrigatoriedade de regressar à escola, às actividades e quase sempre à prática do desporto.

A organização familiar começa por saber quais os horários da escola para depois iniciar uma busca desmesurada sobre como ocupar o tempo dos mais novos, embora por vezes, sem haver uma conversa anterior sobre como ocupar estes tempos.

Pois, o que de facto interessa em termos familiares, é que os jovens tenham todo o tempo ocupado, a escolha começa por se deter com a vertente financeira de cada uma das actividades e rapidamente os jovens vêem o seu tempo ocupado entre o horário escolar, as actividades extra-escolares, o tempo para estudar e…onde está o tempo para brincar, no caso dos mais pequenos e no que diz respeito aos adolescentes onde fica o tempo para conversar com os familiares, até mesmo tempo para não fazer nada, apenas pensar !

Nos dias de hoje a vida é de tal forma preenchida com as necessidades que os pais têm de manter o trabalho, manter a estabilidade financeira, que se esquecem que temos de dar tempo aos jovens para o seu próprio tempo, temos de deixar espaço para as actividades próprias de cada idade, temos de deixar espaço para a convivência familiar, temos de conseguir ter esse tempo !

A nossa juventude está, de tal forma, invadida por tanta informação que começam a nao ter espaço para a processar, esquecem que existem outros interesses, tais como, conviver com a Família.

A companhia dos Pais e Familiares é um dos vectores mais importantes no crescimento de uma criança e deve ser tomado em conta nestes dias conturbados da nossa sociedade, os valores para uma existência tranquila são passados pela convivência com as gerações mais idosas, visitar os Familiares mais idosos, ouvir as suas histórias são essenciais no desenvolvimento da personalidade dos nossos adolescentes.

Um passeio, por pequeno que seja, pode ser o elixir para que o relacionamento entre os jovens adolescentes e os seus Pais seja mais forte, saber o que pensa o adolescente e proporcionar a este saber quais os pensamentos dos seus Pais, basta por vezes 10 minutos para que uma simples conversa mude o Humor e o bem estar de uma Família.

Com a velocidade em que vivemos nem nos apercebemos que um pouco de tempo, pode fazer a diferença há que repensar a estratégia de educar os nossos jovens.  

 

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Aposta nos autores portugueses: o Inverno de Sombras da L.C. Lavado

7 de Fevereiro de 2019 by David Pimenta

Novos ventos chegam ao mercado literário português e um dos sinais mais significativos dessa mudança é a presença de livros de fantasia de escritores portugueses nas estantes das livrarias. Ocupam, bem aos poucos, um lugar de destaque ao lado dos livros internacionais impingidos unicamente por modas e tendências. Inverno de Sombras, da escritora L. C. Lavado (com o nome original Liliana Lavado), é um dos livros de fantasia publicados no primeiro semestre de 2013. Promete alguns ingredientes fundamentais para um livro de fantasia de qualidade: mistério, magia, aventura e apesar de não ser enumerado, uma pitada de amor entre os protagonistas desta história. E qualidade é palavra de ordem para esta obra com quase 600 páginas.

Pode ser confundido com qualquer outro livro de fantasia escrito por um autor estrangeiro. Escreve como L. C. Lavado e as personagens têm nomes como Andrea, Danton, Pierre até mesmo Isadora, a personagem principal da trama. Mas o ingrediente fundamental para tornar esta história tão nacional é o cenário de fundo: todos os acontecimentos passam-se em Lisboa. A capital portuguesa é colocada como o local onde toda a narrativa decorre, quer seja nas ruas do Chiado quer seja no castelo de S. Jorge, onde se desenrola alguns dos capítulos principais do Inverno de Sombras. O cheiro a nacional começa logo na capa, com um espaço reservado para a ponte 25 de Abril. Para um leitor assíduo de fantasia não é habitual ter os espaços lisboetas como fundo, onde se pode encontrar um toque de magia nos Armazéns do Chiado ou bruxos nas ruas de Lisboa, mas L. C. Lavado consegue colocar perfeitamente um cenário português numa história de fantasia urbana.

A história de Isadora em Lisboa: a chamada fantasia urbana chegou a Lisboa

Inverno de Sombras dá a conhecer a história de Isadora, Pierre e Danton. O triângulo amoroso começa quando os três se conhecem na faculdade de Belas-Artes da capital. Isadora é um dos últimos membros da família Santa-Bárbara, abastada financeiramente – um dos elementos mais fantasiosos tendo em conta a situação económica do país mas quem se preocupa com esses pormenores num livro direcionado para o entretenimento? – juntamente com o seu tio Garrett, proprietário de uma quinta na zona da Lapa depois de toda a família ter morrido num acidente trágico dois anos antes. Ao conhecer Pierre, suposto estudante francês ao abrigo do programa Erasmus, Isadora abre uma “caixa de Pandora” sobre os segredos da família e todo um universo mágico que necessita de descobrir.

A trama é muito mais do que foi descrito, há magia em todos os cantos deste livro, um novo segredo para ser descoberto ao avançar de cada página. Um dos pontos a favor da obra é a incapacidade para ser largada, a sensação de vício que só alguns escritores conseguem colocar nos leitores como acontece na maioria das obras de fantasia. L. C. Lavado tem a capacidade de se tornar, com um plano de marketing correto (algo que não acontece no nosso país com frequência), numa das primeiras escritoras de fantasia português a ser reconhecida pela público. A qualidade da obra dita-lhe esse reconhecimento.

O único ponto desfavorável na obra: o leitor preguiçoso tem de encarar a obra como um livro extenso

O ponto desfavorável do Inverno de Sombras da portuguesa L. C. Lavado é unicamente a quantidade de páginas para o avanço da trama. Pode ser um ponto de qualidade ou defeituoso: os mais curiosos e com gosto avançam furiosamente, os leitores mais cansados poisam a obra em cima da mesa-de-cabeceira e optam por um livro mais leve. Mas um ponto desfavorável trata-se apenas de um pormenor quando colocado ao lado dos pontos positivos deste livro: os segredos têm lógica e revelam muito das personagens, mostradas numa fase inicial como muito puras e sem maldade no coração. Os leitores têm, nas mãos, um livro de fantasia urbana portuguesa de qualidade – como não se via nas livrarias portuguesas há algum tempo. É um ar fresco para os apreciadores do género, finalmente existe uma obra com ruas reconhecíveis aos nossos olhos. Há facilidade na imaginação dos cenários e das cenas.

Podem ver aqui o vídeo da escritora a falar sobre o Inverno de Sombras.

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Lutar pela vida é lutar pelo AMOR e encontrar o equilíbrio

28 de Dezembro de 2018 by Anabela Baptista

Amor

palavra tão triste…

Amor que me redimiste

e depois me atraiçoaste.

Amor que me amaste…

 

Um suspiro

Um sopro

e deliro

e sofro…

 

A ternura de teu olhar,

o perigo iminente,

Quero respirar

e já não sou gente…

 

Mas tal veleiro em alto Mar

Ergo-me e estou de frente

Para o grande marear…

 

Soluços de vida

vêm me mostrar

barreiras e barreiras

de outro viver,

barreiras e barreiras,

que meu coração em má hora soube erguer…

 

Amor,

Descodificar-te

E não correr o risco de amar-te…

 

Insólito este meu viver

Mas, agora mais pronta:

porque só ama quem a alegria transporta:

da alvorada ao entardecer?!…

 

Menino que me olhas

e que desatas a correr

Não vês que te amo?…

Não vês que estou a sofrer?…

 

As pernas que vês

estão geladas,

assim está o coração,

petrificado,

sem coragem

de te deixar partir…

 

Mas se te vejo ir

Sem te impedir

Poderás não regressar…

 

Amor maternal,

às vezes engana por sinal

 

Hoje uma vez mais

estou empenhada

em lutar pela tua causa

que é a minha

Amo e sou amada

nos minutos que degusto com tranquilidade

 

Há muita mais serenidade em meu olhar,

se tiver coragem para AMAR!

 

Numa praia vou-me “espreguiçar”

numa tarefa que empreendo

E a Grande LUZ há de me recompensar:

com mil praias e mil tarefas

que meu coração acolherá a contento.

 

Meu querido, reza pela mãe

Vê-a bela, vê-a boa, vê-a bem.

 

Meu querido,

com fé

em ti confio

 

e meu olhar se volta para dentro.

Na escuridão de uns olhos que se fecham,

quebro as barreiras de tudo quanto mal entendo…

 

Deixo-me levar para calmamente me encontrar…

E do escuro nasce a luz do dia.

e sei que minha romaria jamais pode parar…

 

Tic tac, tic tac,

Espreita o cuco em minha alma

e entrego-me à vida com calma…

para o tempo respeitar.

 

Meu querido, vem me amar

Estende-me teu coração,

Teu precioso peito…

a beleza de teu respeito

dá asas ao meu bem respirar

 

Responde-me, conversa comigo

Sabes, tens em mim um melhor amigo,

tu, meu filho João.

 

Amor, Amor, Amor,

palavra tão gasta?!…

e no entanto, o motor

de toda a minha interna pasta.

 

Arquivos se amontuam dentro de mim,

e que em expressões faciais e poucas palavras

eu encontrei em ti,

pai do João,

e agora estende-me tua mão!

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