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As Bibliotecas na História – ou a história delas

15 de Maio de 2019 by olinda de freitas

As bibliotecas já não são o que eram: são, têm vindo a ser, melhores. As primeiras, materializadas em placas de argila, onde se registavam contas de templos e de trocas comerciais, datam de há 3000 anos Antes de Cristo e são relíquias que apenas servem para nos fazer lembrar que nem sempre foi assim como é hoje: o livro, um mundo, liberdade, ao alcance de todos.

E, o que seria das bibliotecas, se não tivesse sido inventada a imprensa?

Ainda sou pelo tradicional conceito de livro – onde há o toque e o cheiro e a timidez do olhar nas letras enquanto não nos fazem nelas confiar para continuarmos até à última página. E você?

A primeira das bibliotecas pública de que há conhecimento localizava-se em Atenas e constituía, na graciosa Grécia clássica, além de consulta de manuscritos, local de encontros para discussão e elaboração de projectos. Na história ficou igualmente a biblioteca de Alexandria – espaço com milhares de rolos para leitura, oficina de copistas ou amanuenses e arquivo de documentação oficial. Mas terão sido os Romanos os primeiros a fazerem das bibliotecas públicas instrumentos de dominação intelectual – propagando-se, assim, as bibliotecas particulares como símbolos de riqueza e prestígio -, uma moda.

Foi nesta época que os copistas começaram a surgir em massa – trabalho desempenhado por escravos – assim como os Codex em pergaminho que substituíram os, até então, rolos de papiro. Seguiram-se guerras e destruições que travaram a expansão das bibliotecas e a concentração dos resquícios manuscritos em mosteiros, conventos e castelos feudais: aqui aqueles eram conservados, copiados, traduzidos e ilustrados mas também monopolizados e tornados inacessíveis ao povo. No mundo Árabe a expansão das bibliotecas foi, durante a idade média, impressionante durante fazendo a delícia de professores e estudantes no reino da matemática, astronomia e filosofia.

Com o surgimento das universidades, na Europa, os livros passam a ser um luxo intelectual, apesar de acorrentados para inibir o roubo, partilhado. O livro reencontra o simbolismo de riqueza e de prestígio – que Gutenberg, esquecê-lo é pecado, em muito contribuiu – na Idade Moderna. Que maravilha. Nascia o primeiro livro impresso que vinha a permitir a transmissão do conhecimento a uma escala nunca antes vista. Apenas, no entanto, no século dezassete as bibliotecas viriam a ser públicas quebrando-se a excepção de frequência aos ditos sábios. É no século dezoito que surgem as bibliotecas nacionais e no século seguinte é fundada a maior biblioteca do mundo, nos EUA, a do Congresso. Aos antigos conceitos e actores do mundo do livro juntavam-se o autor, o impressor, o livreiro, o editor, o bibliotecário e, finalmente livre, o leitor.

Mudaram-se os tempos, assim como as vontades e as necessidades: o combate ao analfabetismo e a cada vez maior preocupação com a educação deixaram, de vez, as portas abertas ao livro no século vinte, século que fez desenvolver, e instituir, um novo mundo ao mundo do livro. Nos nossos dias as bibliotecas não possuem apenas um carácter documental e informativo in loco – antes deixaram que o tempo lhes refrescasse as tecnologias e os recursos e, ninguém lá longe alguma vez imaginou, entra-nos casa adentro, espaço físico superado, por via virtual. Hoje é possível acedermos a bibliotecas virtuais e digitais sem termos, sequer, de nos deslocar. Faremos ideia de como será num futuro mais distante? Talvez nessa altura os cérebros já estarão apetrechados, ritual simultâneo com o corte do cordão umbilical, com uma memória ram onde estará toda a informação disponível para download.

(esta artigo está escrito ao abrigo da antiga ortografia)

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Um mundo, no mundo, a 3D e na Alfândega perto de si

30 de Abril de 2019 by olinda de freitas

Alfândega, só coisas boas

O edifício da Alfândega foi construído há cento e cinquenta anos e obedece a uma arquitectura, posteriormente recuperada pelo Arquiteto Souto Moura, prémio Pritzker 2011, de formas e de espaços singulares

A Alfândega, que fica no Porto pois claro, é considerada um dos melhores centros de congressos do pais e não será à toa: destaca-se dos demais pelas excelentes condições físicas, técnicas e de serviços:

  • Possui um enorme conjunto de auditórios, salas e espaços polivalentes com elevada qualidade para conferências, exposições, cimeiras, congressos, apresentação de produtos, workshops, cocktails e outros eventos similares;
  • Os serviços oferecidos pelo centro de congressos respondem aos mais exigentes desafios, com os meios mais eficazes e as soluções mais competitivas;
  • Tem um privilégio de localização: está situada na margem do Rio Douro, no Centro Histórico e Património Mundial da Humanidade, pertíssimo dos principais hotéis do Porto e a menos de meia hora do Aeroporto e Estações de Caminho-de-ferro;

Exposição 3D Magic Art

É lá, fique a saber, na Alfândega, que está a decorrer a Exposição 3D Magic Art. E se pudesse interagir com os quadros? Nesta exposição o público pode fazer parte da pintura – fotografando-se ou filmando-se dentro do quadro. Pode ver melhor este conceito de arte aqui. Trata-se de uma exposição com uma área de 2000 m2 de pinturas em 3D, quadros enormes e divertidos, para serem apreciados e partilhados com toda a família. Nesta exposição, nunca tal lhe tinha passado pela cabeça, a atracção é você.

O que é a Arte 3D?

Criada através da manipulação de malhas de polígonos e moldando-os em objetos, personagens e cenas, a Arte em 3D é aplicada a quase todo, senão todo, tipo de trabalhos audiovisuais desde anúncios impressos, sites de internet, televisão, filmes, videogames e muito mais. E também na arte de rua.

Tipos de Arte 3D

  • Modelagem – criação de uma malha 3D;
  • Animação – processo de pegar num objeto 3D e fazê-lo mover-se. A animação divide-se em alguns métodos:
    • key frame, onde o animador manipula os objectos baseando-se em quadros (semelhante aos antigos desenhos animados desenhados à mão;
    • colocação de objectos em splines para colocá-los seguindo uma curva ou importando dados de captação de movimentos;
    • através do uso de um aplicativo 3D.
  • Texturização – através de variações de cores sólidas;
  • Rendering – a renderização de uma imagem é geralmente a última mas a mais importante. É um passo frequentemente ignorado ou por iniciantes, que são mais focados na criação dos modelos e das suas animações.

A criação de um bom produto final,

exige uma correcta apresentação das cenas, apresentação feita geralmente a partir de um processamento de pré-visualização ou de um desenho a lápis, além de que os modelos das personagens devem ser devidamente preparados para a animação.

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O Recomeço do Ano Escolar nos dias de hoje

8 de Março de 2019 by

Logo que se inicia o mês de Setembro regressa à memória de todos os jovens a obrigatoriedade de regressar à escola, às actividades e quase sempre à prática do desporto.

A organização familiar começa por saber quais os horários da escola para depois iniciar uma busca desmesurada sobre como ocupar o tempo dos mais novos, embora por vezes, sem haver uma conversa anterior sobre como ocupar estes tempos.

Pois, o que de facto interessa em termos familiares, é que os jovens tenham todo o tempo ocupado, a escolha começa por se deter com a vertente financeira de cada uma das actividades e rapidamente os jovens vêem o seu tempo ocupado entre o horário escolar, as actividades extra-escolares, o tempo para estudar e…onde está o tempo para brincar, no caso dos mais pequenos e no que diz respeito aos adolescentes onde fica o tempo para conversar com os familiares, até mesmo tempo para não fazer nada, apenas pensar !

Nos dias de hoje a vida é de tal forma preenchida com as necessidades que os pais têm de manter o trabalho, manter a estabilidade financeira, que se esquecem que temos de dar tempo aos jovens para o seu próprio tempo, temos de deixar espaço para as actividades próprias de cada idade, temos de deixar espaço para a convivência familiar, temos de conseguir ter esse tempo !

A nossa juventude está, de tal forma, invadida por tanta informação que começam a nao ter espaço para a processar, esquecem que existem outros interesses, tais como, conviver com a Família.

A companhia dos Pais e Familiares é um dos vectores mais importantes no crescimento de uma criança e deve ser tomado em conta nestes dias conturbados da nossa sociedade, os valores para uma existência tranquila são passados pela convivência com as gerações mais idosas, visitar os Familiares mais idosos, ouvir as suas histórias são essenciais no desenvolvimento da personalidade dos nossos adolescentes.

Um passeio, por pequeno que seja, pode ser o elixir para que o relacionamento entre os jovens adolescentes e os seus Pais seja mais forte, saber o que pensa o adolescente e proporcionar a este saber quais os pensamentos dos seus Pais, basta por vezes 10 minutos para que uma simples conversa mude o Humor e o bem estar de uma Família.

Com a velocidade em que vivemos nem nos apercebemos que um pouco de tempo, pode fazer a diferença há que repensar a estratégia de educar os nossos jovens.  

 

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Renda de Bilros: dedos que cantam e encantam em rendilhar

28 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas

Rendas de BilrosA Arte das Rendas de Bilros

É a renda. Cruzamento sucessivo de fios, poesia matemática, até aparecer um desenho pelas mãos das rendilheiras de Vila do Conde. No Museu das Rendas pode-se tanto apreciar um enxoval de noiva, com a riqueza da renda aplicada, como as montras carregadas com belezuras de inspiração barroca – muitas delas com temáticas ligadas ao mar.

Também há, na exposição, pedaços da história da renda de bilros e olhares lançados à técnica e aos instrumentos utilizados no fabrico destas teias rendilhadas com minúcia. Porque a pérola do Núcleo Museológico das Rendas de Bilros não é a obra feita mas a que se está a fazer: ver, ao vivo, o conjunto de rendilheiras a trabalhar, renda em alquimia, no cenário tão cheio de luz e de talento da Casa do Vinhal.

A Casa do Vinhal,

recuperada pela Câmara Municipal, é um típico solar urbano do Minho com imensa beleza e espaço de poucas assoalhadas, na tentativa de dotar o centro histórico com equipamentos sócio-culturais – não só para prender a população à terra como para dinamizar a cultura urbana.

A antiga Casa do Vinhal, agora recuperada, foi entretanto adaptada para a criação do Centro de Formação Profissional de Rendas de Bilros que, no entanto, passou a funcionar no Convento do Carmo por falta de condições. Aguardam-se as obras no edifício do Vinhal.

Restaurada a Casa do Vinhal, nasceu a vontade de musealizar a renda, as rendas, reunindo-se um conjunto de peças e documentos cuja conservação é imprescindível para a preservação de uma importante fatia da memória colectiva de Vila do Conde: assim nasceu o Núcleo Meseológico – é lá que se confrontam, a um só tempo, com todas as questões técnicas ligadas à execução da renda, ouvindo o cantar dos bilros, experientes mãos, a concentração e a discreta e serena simpatia das fazedoras de rendas de Vila do Conde.

Obra de artesanato típico

o fabrico das rendas de bilros data, pelo que há documentado, do século XVI, afirmando-se, ao longo dos tempos, como um dos mais expressivos ex-libris da cidade.

Embora com origem controversa, a técnica artesanal das rendas de bilros poderá ter sido trazida do norte da Europa por marinheiros e comerciantes que, então, mantinham importantes relações comerciais com a Flandres. Vila do Conde é, actualmente, o centro produtor de rendas de bilros mais importante do país – quer pela qualidade dos trabalhos, quer pelo número de pessoas que envolve no fabrico.

No presente, novos caminhos se abrem e preservando o passado, sempre preservando, memórias físicas, utilizam-se novos materiais, procuram-se novas aplicações nas decorações, para as casas e para a moda, e estabelecem-se contactos com centros produtores de renda de bilros espalhados pela Europa. Assim se garante o futuro da secular arte de dedilhar os bilros a poesia matemática: assim são as rendas.

Fonte da imagem

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(Apenas) 5 breves vantagens se gostar de ler livros

29 de Janeiro de 2019 by Beatriz Helena Villegas Canas Mendes

livrosNão gosta de ler? Anda à procura de motivos para pegar num livro, mas não consegue ganhar força de vontade? Os livros não lhe dizem nada, não se consegue identificar com eles? Talvez esteja à procura de respostas no local errado.

De qualquer maneira, aqui seguem “5 breves vantagens de gostar de ler”, de entre tantas e tantas que existem, na expectativa de que mais pessoas descubram as suas maravilhas, tanto para o intelecto quanto para o corpo (e, já agora, para a carteira). Afinal, o último precisa de um ginásio, mas o primeiro clama por outro tipo de exercício!

1. Ler estimula as células nervosas

Está cientificamente provado que ler diminui a probabilidade de, mais tarde, sofrermos de doenças a nível cerebral, como o Alzheimer, uma vez que a actividade neuronal provocada pela leitura é diferente daquela que se dá quando vemos televisão ou ouvimos rádio. Deste modo, os livros podem ser encarados como aparelhos de musculação, mas destinados à fortificação do cérebro, nomeadamente exercitando a memória e a concentração.

2. Ler reduz o stress

O stress envelhece-nos; logo, se os livros reduzem o stress, fazem-nos rejuvenescer e manter o envelhecimento à distância. São uma maneira de nos distrairmos e, talvez, de nos abstrairmos de aspectos menos positivos do nosso dia-a-dia, enquanto vivemos na pele de personagens ficcionais ou que vivem uma realidade diferente da nossa, através das palavras que outra pessoa escreveu. Ao lermos, esquecemo-nos do que nos rodeia e relaxamos, nem que seja durante alguns momentos.

3. Ler faz-nos aprender

Mesmo que seja involuntariamente, aprendemos sempre alguma coisa com os livros. Seja uma lição de vida, um facto histórico que desconhecíamos, uma nova teoria científica em experimentação ou uma palavra que faltava ao nosso vocabulário, é inevitável retermos algo novo. E nunca é tarde para aprender, pois não?

4. Ler aguça-nos o espírito crítico

Além de poderem chamar-nos a atenção para perspectivas através das quais ainda não tínhamos analisado determinadas questões, de aprendermos com eles e de nos fazerem exercitar a mente, os livros ajudam-nos a estimular o nosso espírito crítico e a colocar em causa aquilo em que acreditamos, num conjunto de tudo-em-um, ensinando-nos igualmente a sermos mais receptivos quanto ao desconhecido.

5. Ler não custa (muito) dinheiro

Desengane-se quem pensar que ler é um hobby dispendioso. Podem-se encomendar livros na Internet a preços mais acessíveis (os ebooks são uma alternativa, pois costumam ser mais baratos do que as edições em papel), comprá-los em segunda mão ou requisitá-los nas bibliotecas. Pedi-los emprestados a amigos também é uma óptima opção!

Além disso, enquanto lemos, só gastamos a energia eléctrica consumida pelos candeeiros (e, de dia, nem sequer é preciso ligá-los!), ao passo que ligar aparelhos como os computadores, as televisões e as aparelhagens implica maiores custos na factura da electricidade, no final do mês.

Deste modo, ler é não só uma actividade que promove hábitos saudáveis, quanto também é extremamente económica e para todas as idades!

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O tal canal180, não há memória de um outro igual, é especial

28 de Janeiro de 2019 by olinda de freitas

Uma palavra pode ser uma câmaraÉo Canal180. Tomei conhecimento da sua existência através deste blogue sobre videomusicalidade. Definindo-se como o primeiro canal nacional sobre cultura e criatividade, explora as várias plataformas digitais para nos fazer chegar conteúdos originais e criativos do lustrações, cinema, arte urbana.

Apresenta-nos uma espécie de cardápio de criadores e de obras – é só escolher.

Mas não estará em falta, neste Canal180, a arte da escrita – da escrita criativa?

Mergulhada no interesse das águas do Canal180, onde cada link atrai a abertura do link que se segue, descobrindo mais e mais sobre aquilo que são as artes visuais deparei-me com (a meu ver) uma falha: nada de referência a conteúdos ou criadores das letras que parece que dançam (e dançam) e que cantam (e cantam) e que vivem (e vivem) e que morrem (e morrem). Falo,como não poderia deixar de falar, de literatura e de escrita criativa.

Enquanto desfolhava, sim desfolhava e não folheava por conta da imaginação que não pode nunca ser esquecida, cada link do Canal180 percebi que faltava ali qualquer coisa, sempre qualquer coisa, para abrilhantar ainda mais o projecto. Tudo o que os olhos vêem e os ouvidos ouvem e o coração sente serve de estímulo à verbalização. E qual é a arte de verbalizar, oratória de dedos, a cor e a forma do mundo? Exacto: é a escrita. Já pensou no quão magnífico seria poder ler uma ilustração? Na verdade estaria a fazer duas leituras em uma só – a da imagem e a da imagem escrita consoante o recanto desta ou daquela paragem criativa dos criadores. E um vídeo? Quantas vezes uma música, que já possui uma letra, nos leva onde também o vento vai que é o infinito? Já pensou como seria maravilhoso reescrever um vídeo que já está escrito?

Seria uma ponte, sempre uma ponte, uma ponte é uma amiga, uma união de artes que só poderiam resultar em força, em caminho, em criatividade acrescida e em originalidade aumentada. Este, mais completo, mais justo, é o tal canal que é bom – é o Canal180. Mas, porque não, há sempre espaço para mais uma arte, pode ser ainda melhor.

Consegue imaginar, por exemplo, no programa de A Música Portuguesa a gostar dela própria, algo como agora faça-se silêncio porque se vai cantar, e ver e ouvir e escrever, o fado. Que completude! Que alegria!Que Canal180!

(artigo escrito ao abrigo da antiga ortografia)

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