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Lutar pela vida é lutar pelo AMOR e encontrar o equilíbrio

28 de Dezembro de 2018 by Anabela Baptista

Amor

palavra tão triste…

Amor que me redimiste

e depois me atraiçoaste.

Amor que me amaste…

 

Um suspiro

Um sopro

e deliro

e sofro…

 

A ternura de teu olhar,

o perigo iminente,

Quero respirar

e já não sou gente…

 

Mas tal veleiro em alto Mar

Ergo-me e estou de frente

Para o grande marear…

 

Soluços de vida

vêm me mostrar

barreiras e barreiras

de outro viver,

barreiras e barreiras,

que meu coração em má hora soube erguer…

 

Amor,

Descodificar-te

E não correr o risco de amar-te…

 

Insólito este meu viver

Mas, agora mais pronta:

porque só ama quem a alegria transporta:

da alvorada ao entardecer?!…

 

Menino que me olhas

e que desatas a correr

Não vês que te amo?…

Não vês que estou a sofrer?…

 

As pernas que vês

estão geladas,

assim está o coração,

petrificado,

sem coragem

de te deixar partir…

 

Mas se te vejo ir

Sem te impedir

Poderás não regressar…

 

Amor maternal,

às vezes engana por sinal

 

Hoje uma vez mais

estou empenhada

em lutar pela tua causa

que é a minha

Amo e sou amada

nos minutos que degusto com tranquilidade

 

Há muita mais serenidade em meu olhar,

se tiver coragem para AMAR!

 

Numa praia vou-me “espreguiçar”

numa tarefa que empreendo

E a Grande LUZ há de me recompensar:

com mil praias e mil tarefas

que meu coração acolherá a contento.

 

Meu querido, reza pela mãe

Vê-a bela, vê-a boa, vê-a bem.

 

Meu querido,

com fé

em ti confio

 

e meu olhar se volta para dentro.

Na escuridão de uns olhos que se fecham,

quebro as barreiras de tudo quanto mal entendo…

 

Deixo-me levar para calmamente me encontrar…

E do escuro nasce a luz do dia.

e sei que minha romaria jamais pode parar…

 

Tic tac, tic tac,

Espreita o cuco em minha alma

e entrego-me à vida com calma…

para o tempo respeitar.

 

Meu querido, vem me amar

Estende-me teu coração,

Teu precioso peito…

a beleza de teu respeito

dá asas ao meu bem respirar

 

Responde-me, conversa comigo

Sabes, tens em mim um melhor amigo,

tu, meu filho João.

 

Amor, Amor, Amor,

palavra tão gasta?!…

e no entanto, o motor

de toda a minha interna pasta.

 

Arquivos se amontuam dentro de mim,

e que em expressões faciais e poucas palavras

eu encontrei em ti,

pai do João,

e agora estende-me tua mão!

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Alberto Carneiro – entre a arte e o tempo, sempre o momento

20 de Dezembro de 2018 by olinda de freitas

Quem é Alberto Carneiro?

Alberto Carneiro é um artista do Coronado, onde vive e trabalha. É um homem antigo, não por ter 77 anos, pela profundidade da relação que vai estabelecendo entre natureza, cultura, pensamento e acção: trabalha temas cujos modelos se encontram enraizados em ancestrais soluções de representação, quer do Ocidente quer do Oriente. O modo como escolhe e usa os materiais – e também como define e articula as formas – faz dele um homem antigo com um artista por dentro.

Em um momento, entre tantos, retoma uma das figuras mais recorrentes e simbólicas da sua obra: a mandala, onde todos os elementos são dispostos simetricamente em raios e circunferências concêntricas, discursando sobre as realidades básicas do mundo, que se inscrevem nas pedras graníticas em palavras e aforismos como arte, vida, água, ar, fogo e terra ou se erguem colunas encimadas por galhos ou ramos. Os pontos cardiais, norte, sul, leste e oeste, compõem o discurso da centralidade – transmitindo uma energia universal.

Ele e a arteAlberto Carneiro, o homem-escultor

“Eu e a arte não sabemos ao certo quem somos mas temos a certeza de sermos um do outro e isto é tudo de que precisamos para a vida.” Diz, linguagem de amor, Alberto Carneiro já que toda a produção artística do escultor se confunde com a sua própria vida e com as reminiscências do meio onde nasceu e cresceu e se descobriu como artista e criador.

Para Alberto Carneiro, cada exposição é um manifesto cuja ideia central é a demonstração de que a arte é o artista e também o espectador. Estou a lembrar-me daquela ideia tornada matéria a partir de raízes e troncos de laranjeiras, oliveiras, bambus e vides, sempre acompanhadas de vidros ou espelhos com textos que, para além de realçarem a importância da palavra na obra de Alberto Carneiro, envolvem o espectador através do seu reflexo: o “teu ser imaginante”. As obras são assumidas como “momentos”, reiterando o facto do percurso do espectador ocorrer não só no espaço como também no tempo.

Alberto Carneiro espalhado – e espalhando-se em Portugal

São várias as cidades portuguesas que exibem as obras públicas do homem-escultor. Em 1991, Santo Tirso recebeu “Água sobre a terra, granito e água” e “O barco, a lua e a montanha”. (Alberto Carneiro foi o grande impulsionador da criação do Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso (MIEC), do qual é director artístico nacional. Criado oficialmente a 20 de Outubro de 1996, o Museu tem por base o espólio recebido dos simpósios internacionais de escultura contemporânea ao ar livre, realizados em Santo Tirso desde 1991).

Para as “Jornadas de Arte Contemporânea do Porto”, de 1992, realizou a instalação “Uma árvore é uma obra de arte quando recriada em si mesma como um conceito para ser metáfora”; para a inauguração do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no ano de 1993, projectou a instalação “Nas margens de um rio”, usando árvores de água e transparências de vidro; e, para a sede da Associação dos Arquitectos do Porto, produziu a escultura em granito “Sobre a água”. Fez também esculturas para o Metropolitano de Lisboa (“Sobre as Árvores”, esculturas em bronze, datadas de 1995-1996), para a Expo 98″ (“Sobre o mar”, escultura em granito e madeira datada de 1997-1998), para a Biblioteca Almeida Garrett, no Porto (“A árvore da vida”, escultura de madeira instalada em 2001), para Chaves, um bronze, para os Jardins de Casa de Serralves (“Ser Árvore e Arte”, inaugurada em 2002) Em 2002 iniciou a instalação do Parque Internacional de Escultura Contemporânea na vila de Carrazeda de Ansiães, para onde esculpiu uma obra que pontifica no jardim da Biblioteca local.

e no mundo?

Além fronteira, também se encontram esculturas da autoria de Alberto Carneiro: “The Stone Garden”, no Derwenthaugh Park, em Gateshead, Inglaterra; uma escultura com árvores, pedras, terra e relva no parque Metropolitano de Quito, Equador; uma escultura no parque Sculpture in Woodland em Devil”s Glen, Ashford, Wicklow, Irlanda; uma escultura na Aldeia Folclórica Coreana, Coreia do Sul; o espaço/escultura “A casa da terra e do fogo” no caminho das esculturas do vale de Ordino, Andorra; uma escultura na cidade de Taoyuan, na Ilha Formosa; a escultura “As árvores florescem em Huesca”, Espanha; e uma escultura em Santiago do Chile.

Ao homem- escultor Alberto Carneiro foram atribuídos variados prémios e distinções. Mas isso não me interessa nada.

Imagem

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: Alberto Carneiro, Arte, criação literária, escultura

Eu escritora me confesso, que por escrever, existo!

4 de Dezembro de 2018 by Mariana Carvalho



Introdução

A relação com as palavras desde a infância

Desde os primeiros anos de vida, as palavras sempre foram mais do que simples ferramentas de comunicação. Elas se tornaram brinquedos favoritos, chocolates irresistíveis que saboreava com prazer guloso. A relação com as palavras começou cedo, transformando-se em um vício sem pecado que apenas enriquecia o vocabulário.

  • Brinquedos favoritos: As palavras eram como brinquedos que podiam ser manipulados e explorados de diversas formas. Cada nova palavra aprendida era uma nova peça de um quebra-cabeça infinito, proporcionando diversão e aprendizado contínuo.
  • Chocolates irresistíveis: Cada nova palavra aprendida era como um chocolate, proporcionando um prazer único e inesquecível. A doçura de descobrir novos significados e contextos fazia com que a busca por palavras se tornasse uma aventura deliciosa.
  • Vício sem pecado: O uso constante das palavras não trazia malefícios, apenas benefícios, como o aumento do vocabulário e a capacidade de expressão. Este vício saudável permitia uma comunicação mais rica e eficaz, além de abrir portas para novas oportunidades de aprendizado.

A importância das palavras na juventude

Na juventude, as palavras ganharam ainda mais importância. Elas não eram apenas ferramentas de comunicação, mas também de expressão e descoberta. As palavras davam cor à juventude, sendo devoradas como cerejas, uma após a outra, sem parar.

  1. Expressão pessoal: As palavras permitiam expressar sentimentos, pensamentos e emoções de maneira única e pessoal. Através delas, era possível compartilhar experiências e construir conexões significativas com os outros.
  2. Descoberta: Através das palavras, era possível explorar novos mundos, ideias e conceitos, ampliando os horizontes e a compreensão do mundo. Livros, poesias e conversas se tornavam portais para universos desconhecidos e fascinantes.
  3. Intensidade: As palavras eram intensas, ora doces, ora amargas, mas nunca indiferentes. Elas tinham o poder de provocar emoções fortes e duradouras, tornando cada momento vivido mais vibrante e significativo.

A relação com as palavras desde a infância até a juventude moldou a maneira de ver o mundo e de se expressar. Elas se tornaram parte intrínseca da identidade, uma extensão do próprio ser. Através das palavras, foi possível descobrir, reinventar e transformar-se, criando uma realidade única e pessoal.

Imagem sugerida: Uma criança lendo um livro com um sorriso no rosto, cercada por letras e palavras flutuantes.

A Escrita na Vida Adulta

Escrever como Parte Intrínseca da Natureza

Escrever é mais do que uma habilidade; é uma extensão da própria essência. Para muitos, a escrita é uma forma de se expressar, de se descobrir e de se reinventar. Através das palavras, é possível explorar sentimentos, ideias e experiências que, de outra forma, permaneceriam ocultas. Como disse o renomado escritor Fernando Pessoa, “A literatura, como toda arte, é uma confissão de que a vida não basta.” Escrever permite transcender a realidade cotidiana e mergulhar em mundos imaginários, onde tudo é possível.

A Meta de Saber Escrever Bem

Alcançar a maestria na escrita é um objetivo ambicioso, mas gratificante. Dominar a arte de escrever bem envolve:

  1. Leitura constante: Ler diversos gêneros e estilos literários enriquece o vocabulário e oferece novas perspectivas.
  2. Prática regular: Escrever diariamente, mesmo que por poucos minutos, ajuda a aprimorar a técnica.
  3. Feedback construtivo: Buscar opiniões de outros escritores ou leitores pode revelar pontos fortes e áreas a serem melhoradas.
  4. Revisão e edição: Revisar o próprio trabalho com um olhar crítico é essencial para eliminar erros e melhorar a clareza.

Escrever bem é como dançar; requer prática, dedicação e paixão. Como afirmou Ernest Hemingway, “O primeiro rascunho de qualquer coisa é uma porcaria.” A perfeição vem com a reescrita e a persistência.

Ferramentas e Inspirações na Escrita

Para muitos escritores, ferramentas e inspirações são fundamentais para o processo criativo. Algumas ferramentas úteis incluem:

  • Diários e cadernos: Anotar ideias e pensamentos pode servir como um reservatório de inspiração.
  • Softwares de escrita: Programas como Scrivener e Grammarly ajudam na organização e correção dos textos.
  • Grupos de escrita: Participar de comunidades de escritores pode proporcionar apoio e motivação.

Inspirações podem vir de diversas fontes:

  • Natureza: Um passeio ao ar livre pode despertar novas ideias.
  • Arte: Visitar museus ou assistir a filmes pode estimular a criatividade.
  • Experiências pessoais: Vivências e emoções próprias são uma rica fonte de material para a escrita.

Em resumo, a escrita na vida adulta é uma jornada contínua de autodescoberta e aperfeiçoamento. Com dedicação e as ferramentas certas, é possível transformar palavras em obras de arte que ressoam com leitores ao redor do mundo.

Ser o que Escrevo

A liberdade e o destino na escrita

Escrever é uma jornada de liberdade e destino. A escrita permite explorar pensamentos e sentimentos sem restrições. As palavras fluem como cavalos selvagens, rompendo cercas e galopando por vales de liberdade. A escrita é um destino inevitável para quem se entrega a ela, uma necessidade intrínseca que molda a identidade. Como disse o escritor Paulo Coelho, “A escrita é um ato de coragem”. Através dela, o autor se descobre e se reinventa, transformando-se continuamente.

A busca por novas emoções e horizontes

A escrita é uma busca incessante por novas emoções e horizontes. Cada palavra escrita é uma porta aberta para um novo mundo, uma nova experiência. O escritor embarca em uma viagem sem destino marcado, sempre em busca de novas aventuras e descobertas. Esta busca é alimentada pela curiosidade e pelo desejo de evasão. Como afirmou Ernest Hemingway, “Não há nada a escrever. Tudo o que você faz é sentar-se diante de uma máquina de escrever e sangrar”. A escrita é uma forma de viver múltiplas vidas, de sentir intensamente e de explorar o desconhecido.

Encontros com personagens e aventuras

A escrita proporciona encontros inesquecíveis com personagens e aventuras. Cada história escrita é uma oportunidade de conhecer heróis de carne e osso, de partilhar aventuras fantásticas e de viver experiências únicas. O escritor torna-se um viajante do tempo e do espaço, encontrando-se com figuras icônicas como o Marinheiro de Malta ou Santiago, o pescador cubano de “O Velho e o Mar”. Através da escrita, o autor pode:

  1. Criar mundos imaginários: Universos mágicos onde tudo é possível.
  2. Explorar diferentes perspectivas: Viver a vida através dos olhos de seus personagens.
  3. Desafiar a realidade: Questionar o status quo e propor novas formas de pensar.

A escrita é uma ferramenta poderosa que permite ao autor viver múltiplas vidas e explorar infinitas possibilidades. Como disse J.K. Rowling, “Há sempre espaço para uma história que pode transportar as pessoas para outro lugar”. Através da escrita, o autor não só se descobre, mas também cria mundos onde a imaginação não tem limites.

Escrever o que Sou

O poder de mudar vidas através das palavras

Escrever é uma arte que transcende o simples ato de colocar palavras no papel. Através da escrita, é possível transformar vidas, inspirar mudanças e provocar emoções profundas. Quando escrevemos, temos o poder de:

  • Inspirar e motivar: Histórias de superação e resiliência podem encorajar leitores a enfrentar seus próprios desafios.
  • Educar e informar: Textos bem elaborados podem disseminar conhecimento e esclarecer dúvidas.
  • Conectar e unir: Palavras podem criar laços entre pessoas de diferentes culturas e experiências.

Por exemplo, um simples conto pode levar um leitor a refletir sobre suas próprias escolhas e, quem sabe, mudar o rumo de sua vida. A escrita tem essa capacidade mágica de tocar o coração e a mente das pessoas, fazendo-as ver o mundo sob uma nova perspectiva.

A criação de universos mágicos e personagens

A escrita também nos permite criar mundos inteiros e personagens inesquecíveis. Através da imaginação, podemos:

  1. Construir universos fantásticos: Lugares onde a magia é real e tudo é possível.
  2. Desenvolver personagens complexos: Figuras que enfrentam dilemas morais e desafios emocionais.
  3. Explorar temas profundos: Questões como amor, perda, coragem e redenção.

Esses universos e personagens não apenas entretêm, mas também oferecem aos leitores uma fuga da realidade, permitindo-lhes viver aventuras extraordinárias e experimentar emoções intensas. Além disso, ao criar esses mundos, os escritores também exploram aspectos de si mesmos, revelando suas próprias esperanças, medos e sonhos.

Reflexões sobre a humanidade e a sociedade

Escrever é uma forma poderosa de refletir sobre a condição humana e a sociedade em que vivemos. Através das palavras, podemos:

  • Questionar normas sociais: Desafiando preconceitos e estereótipos.
  • Explorar dilemas éticos: Analisando as complexidades do certo e do errado.
  • Promover empatia: Ajudando os leitores a entender e sentir a dor e a alegria dos outros.

Essas reflexões são essenciais para o crescimento pessoal e coletivo. Ao escrever sobre a humanidade e a sociedade, os autores não apenas documentam a realidade, mas também influenciam a maneira como as pessoas pensam e agem.

Em resumo, escrever o que somos é uma jornada de autodescoberta e transformação. Através das palavras, podemos mudar vidas, criar mundos mágicos e refletir sobre as complexidades da existência humana.

Conclusão

Resumo das principais ideias

Ao longo deste artigo, exploramos a profunda relação entre a escrita e a identidade pessoal. Desde a infância, as palavras se tornaram brinquedos favoritos, proporcionando prazer e enriquecendo o vocabulário. Na juventude, a escrita continuou a ser uma fonte de cor e emoção, comparável ao sabor das cerejas, ora doces, ora amargas. Na vida adulta, a escrita se consolidou como uma parte intrínseca da natureza, uma ferramenta para autodescoberta e transformação.

A importância da escrita na vida pessoal e social

A escrita desempenha um papel crucial tanto na vida pessoal quanto na social. Ela permite:

  • Autoconhecimento: Através da escrita, é possível explorar e entender melhor os próprios sentimentos e pensamentos.
  • Expressão: A escrita oferece uma forma de expressar ideias e emoções que, de outra forma, poderiam permanecer ocultas.
  • Comunicação: Facilita a comunicação com os outros, permitindo compartilhar experiências e perspectivas únicas.
  • Impacto Social: A escrita tem o poder de mudar vidas, provocar emoções e influenciar a sociedade. Pode:
    1. Inspirar ações positivas.
    2. Promover a empatia.
    3. Estimular debates e reflexões.

Reflexão final sobre a identidade e a escrita

A escrita é mais do que uma habilidade; é uma extensão da identidade. Escrever o que se é, e ser o que se escreve, revela a complexidade e a profundidade da experiência humana. Através das palavras, é possível:

  • Criar Mundos: Inventar universos mágicos e personagens fascinantes.
  • Refletir sobre a Humanidade: Abordar temas como a liberdade, a justiça e a solidariedade.
  • Transformar Realidades: Influenciar percepções e provocar mudanças.

Em suma, a escrita é uma jornada contínua de autodescoberta e expressão. Ela permite explorar novos horizontes, encontrar heróis e viver aventuras fantásticas. Através das palavras, é possível celebrar a paz, questionar a realidade e, acima de tudo, entender melhor quem somos. A escrita é, portanto, uma ferramenta poderosa e indispensável na construção da identidade e na interação com o mundo ao nosso redor.

Imagem sugerida: Uma pessoa escrevendo em um caderno, com uma xícara de café ao lado e uma janela mostrando um cenário inspirador ao fundo.

Perguntas Frequentes

Qual é a importância das palavras na infância?

As palavras na infância são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo e emocional. Elas funcionam como brinquedos que estimulam a criatividade e a aprendizagem contínua.

Como a escrita pode influenciar a vida adulta?

A escrita na vida adulta é uma ferramenta poderosa para a autodescoberta e a expressão pessoal. Ela permite explorar sentimentos e ideias, além de proporcionar uma forma de comunicação eficaz.

Quais são as melhores práticas para melhorar a escrita?

Para melhorar a escrita, é essencial ler constantemente, praticar regularmente, buscar feedback construtivo e revisar o próprio trabalho com um olhar crítico.

Como a escrita pode mudar vidas?

A escrita tem o poder de inspirar, educar e conectar pessoas. Histórias de superação e resiliência podem encorajar leitores a enfrentar desafios e mudar suas vidas.

Quais ferramentas são úteis para escritores?

Ferramentas como diários, cadernos, softwares de escrita como Scrivener e Grammarly, e grupos de escrita são extremamente úteis para escritores.

De onde os escritores podem tirar inspiração?

Inspirações podem vir de diversas fontes, como a natureza, a arte e experiências pessoais. Um passeio ao ar livre ou uma visita a um museu pode despertar novas ideias.

Como a escrita reflete sobre a humanidade e a sociedade?

A escrita permite questionar normas sociais, explorar dilemas éticos e promover empatia. Ela documenta a realidade e influencia a maneira como as pessoas pensam e agem.

Por que a escrita é considerada uma extensão da identidade?

A escrita é uma forma de expressar quem somos. Ela revela nossos pensamentos, sentimentos e experiências, tornando-se uma extensão da nossa identidade.

Como a escrita pode criar mundos mágicos e personagens?

Através da imaginação, a escrita permite construir universos fantásticos e desenvolver personagens complexos, oferecendo aos leitores uma fuga da realidade.

Qual é o impacto social da escrita?

A escrita tem um impacto social significativo. Ela pode inspirar ações positivas, promover empatia e estimular debates e reflexões sobre temas importantes.

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As minhas mãos tocam no que os meus olhos gostam de ver

17 de Novembro de 2018 by Sara Lajas

As tecnologias andam em altas, eu que o diga. Sempre em contacto, sempre a querer saber as últimas notícias. Sempre presente nas redes sociais, atenta aos emails que chegam, mas se há coisa que a tecnologia ainda não conseguiu convencer-me é mesmo ler o meu livro. Ler, um dos melhores prazeres da vida. Não é ler uma coisa qualquer não. É comprar ou receber um livro novo, seja ele de que tema for e poder folhear aquelas páginas, sentido o cheiro do papel, não importa se é só nosso ou se já foi de alguém, aquele papel amontoado e preso nas nossas mãos tem um cheiro mágico que só entende e sente quem tem o prazer de passar as mãos por ele. “Há tanta coisa em que podias gastar mais dinheiro! Só ocupam espaço e acumulam pó!”, são frases que costumo ouvir para quem não tem o mesmo gosto em ver uma prateleira preenchida com todas aquelas diferentes lombadas, tipos de letra e cores. Que mundo de sonho seria este se não houvesse bibliotecas como aquelas que vemos nos filmes ou que pautam na nossa memória como as da Disney, nomeadamente do filme “A Bela e o Monstro”. O meu sonho é aquele, um pouco mais moderado, é óbvio, mas há lá algo mais belo que tudo aquilo?

Giane

O livro, essa peça que de mim faz parte, vá eu para todo o lado. Para não falar do verão, não há dia de praia em que não leia nem que seja uma página! Que bom que é sentar-me e deixar a minha mente perder-se naquele infinito de descrições que me fazem imaginar os mais diferentes locais, pessoas e momentos. Quem é que não gosta de ter a sua mente a vaguear para uma outra realidade que não a sua? “Ver à espanhola”, é a isto que resumo o meu sentimento por livros. Porque, de facto, com tanta tecnologia eu podia dispensar o peso de um livro na mala, o virar de página, as folhas que passam demasiado depressa com uma rajada de vento, ou mesmo o preço que implica a impressão de um papel. Mas, eu não sou assim, eu preciso de sentir para depois ver, ou será o oposto? Preciso de ambos e são esses dois factores, em conjunto, que me fazem uma pessoa mais feliz, quando recebo de surpresa, um conjunto de três dos livros que mais queria ler. Quem consegue imaginar a seguinte imagem sem um livro nas mãos? Chuva lá fora, lareira acesa, mantas, boa música ambiente, um copo de vinho tinto e nas mãos…um tablet? Não! Não faz sentido nenhum, um livro. Esta imagem só é completa com um livro nas mãos. Os dias de inverno, os dias chuvosos puxam à leitura daquelas páginas que me confundem e me deixam perdida no meu mundo.

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