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O Recomeço do Ano Escolar nos dias de hoje

8 de Março de 2019 by

Logo que se inicia o mês de Setembro regressa à memória de todos os jovens a obrigatoriedade de regressar à escola, às actividades e quase sempre à prática do desporto.

A organização familiar começa por saber quais os horários da escola para depois iniciar uma busca desmesurada sobre como ocupar o tempo dos mais novos, embora por vezes, sem haver uma conversa anterior sobre como ocupar estes tempos.

Pois, o que de facto interessa em termos familiares, é que os jovens tenham todo o tempo ocupado, a escolha começa por se deter com a vertente financeira de cada uma das actividades e rapidamente os jovens vêem o seu tempo ocupado entre o horário escolar, as actividades extra-escolares, o tempo para estudar e…onde está o tempo para brincar, no caso dos mais pequenos e no que diz respeito aos adolescentes onde fica o tempo para conversar com os familiares, até mesmo tempo para não fazer nada, apenas pensar !

Nos dias de hoje a vida é de tal forma preenchida com as necessidades que os pais têm de manter o trabalho, manter a estabilidade financeira, que se esquecem que temos de dar tempo aos jovens para o seu próprio tempo, temos de deixar espaço para as actividades próprias de cada idade, temos de deixar espaço para a convivência familiar, temos de conseguir ter esse tempo !

A nossa juventude está, de tal forma, invadida por tanta informação que começam a nao ter espaço para a processar, esquecem que existem outros interesses, tais como, conviver com a Família.

A companhia dos Pais e Familiares é um dos vectores mais importantes no crescimento de uma criança e deve ser tomado em conta nestes dias conturbados da nossa sociedade, os valores para uma existência tranquila são passados pela convivência com as gerações mais idosas, visitar os Familiares mais idosos, ouvir as suas histórias são essenciais no desenvolvimento da personalidade dos nossos adolescentes.

Um passeio, por pequeno que seja, pode ser o elixir para que o relacionamento entre os jovens adolescentes e os seus Pais seja mais forte, saber o que pensa o adolescente e proporcionar a este saber quais os pensamentos dos seus Pais, basta por vezes 10 minutos para que uma simples conversa mude o Humor e o bem estar de uma Família.

Com a velocidade em que vivemos nem nos apercebemos que um pouco de tempo, pode fazer a diferença há que repensar a estratégia de educar os nossos jovens.  

 

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Renda de Bilros: dedos que cantam e encantam em rendilhar

28 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas

Rendas de BilrosA Arte das Rendas de Bilros

É a renda. Cruzamento sucessivo de fios, poesia matemática, até aparecer um desenho pelas mãos das rendilheiras de Vila do Conde. No Museu das Rendas pode-se tanto apreciar um enxoval de noiva, com a riqueza da renda aplicada, como as montras carregadas com belezuras de inspiração barroca – muitas delas com temáticas ligadas ao mar.

Também há, na exposição, pedaços da história da renda de bilros e olhares lançados à técnica e aos instrumentos utilizados no fabrico destas teias rendilhadas com minúcia. Porque a pérola do Núcleo Museológico das Rendas de Bilros não é a obra feita mas a que se está a fazer: ver, ao vivo, o conjunto de rendilheiras a trabalhar, renda em alquimia, no cenário tão cheio de luz e de talento da Casa do Vinhal.

A Casa do Vinhal,

recuperada pela Câmara Municipal, é um típico solar urbano do Minho com imensa beleza e espaço de poucas assoalhadas, na tentativa de dotar o centro histórico com equipamentos sócio-culturais – não só para prender a população à terra como para dinamizar a cultura urbana.

A antiga Casa do Vinhal, agora recuperada, foi entretanto adaptada para a criação do Centro de Formação Profissional de Rendas de Bilros que, no entanto, passou a funcionar no Convento do Carmo por falta de condições. Aguardam-se as obras no edifício do Vinhal.

Restaurada a Casa do Vinhal, nasceu a vontade de musealizar a renda, as rendas, reunindo-se um conjunto de peças e documentos cuja conservação é imprescindível para a preservação de uma importante fatia da memória colectiva de Vila do Conde: assim nasceu o Núcleo Meseológico – é lá que se confrontam, a um só tempo, com todas as questões técnicas ligadas à execução da renda, ouvindo o cantar dos bilros, experientes mãos, a concentração e a discreta e serena simpatia das fazedoras de rendas de Vila do Conde.

Obra de artesanato típico

o fabrico das rendas de bilros data, pelo que há documentado, do século XVI, afirmando-se, ao longo dos tempos, como um dos mais expressivos ex-libris da cidade.

Embora com origem controversa, a técnica artesanal das rendas de bilros poderá ter sido trazida do norte da Europa por marinheiros e comerciantes que, então, mantinham importantes relações comerciais com a Flandres. Vila do Conde é, actualmente, o centro produtor de rendas de bilros mais importante do país – quer pela qualidade dos trabalhos, quer pelo número de pessoas que envolve no fabrico.

No presente, novos caminhos se abrem e preservando o passado, sempre preservando, memórias físicas, utilizam-se novos materiais, procuram-se novas aplicações nas decorações, para as casas e para a moda, e estabelecem-se contactos com centros produtores de renda de bilros espalhados pela Europa. Assim se garante o futuro da secular arte de dedilhar os bilros a poesia matemática: assim são as rendas.

Fonte da imagem

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O tal canal180, não há memória de um outro igual, é especial

28 de Janeiro de 2019 by olinda de freitas

Uma palavra pode ser uma câmaraÉo Canal180. Tomei conhecimento da sua existência através deste blogue sobre videomusicalidade. Definindo-se como o primeiro canal nacional sobre cultura e criatividade, explora as várias plataformas digitais para nos fazer chegar conteúdos originais e criativos do lustrações, cinema, arte urbana.

Apresenta-nos uma espécie de cardápio de criadores e de obras – é só escolher.

Mas não estará em falta, neste Canal180, a arte da escrita – da escrita criativa?

Mergulhada no interesse das águas do Canal180, onde cada link atrai a abertura do link que se segue, descobrindo mais e mais sobre aquilo que são as artes visuais deparei-me com (a meu ver) uma falha: nada de referência a conteúdos ou criadores das letras que parece que dançam (e dançam) e que cantam (e cantam) e que vivem (e vivem) e que morrem (e morrem). Falo,como não poderia deixar de falar, de literatura e de escrita criativa.

Enquanto desfolhava, sim desfolhava e não folheava por conta da imaginação que não pode nunca ser esquecida, cada link do Canal180 percebi que faltava ali qualquer coisa, sempre qualquer coisa, para abrilhantar ainda mais o projecto. Tudo o que os olhos vêem e os ouvidos ouvem e o coração sente serve de estímulo à verbalização. E qual é a arte de verbalizar, oratória de dedos, a cor e a forma do mundo? Exacto: é a escrita. Já pensou no quão magnífico seria poder ler uma ilustração? Na verdade estaria a fazer duas leituras em uma só – a da imagem e a da imagem escrita consoante o recanto desta ou daquela paragem criativa dos criadores. E um vídeo? Quantas vezes uma música, que já possui uma letra, nos leva onde também o vento vai que é o infinito? Já pensou como seria maravilhoso reescrever um vídeo que já está escrito?

Seria uma ponte, sempre uma ponte, uma ponte é uma amiga, uma união de artes que só poderiam resultar em força, em caminho, em criatividade acrescida e em originalidade aumentada. Este, mais completo, mais justo, é o tal canal que é bom – é o Canal180. Mas, porque não, há sempre espaço para mais uma arte, pode ser ainda melhor.

Consegue imaginar, por exemplo, no programa de A Música Portuguesa a gostar dela própria, algo como agora faça-se silêncio porque se vai cantar, e ver e ouvir e escrever, o fado. Que completude! Que alegria!Que Canal180!

(artigo escrito ao abrigo da antiga ortografia)

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4 razões para visitar um museu em Lisboa

11 de Janeiro de 2019 by Beatriz Helena Villegas Canas Mendes

Visitar um museu em Lisboa é para todos, desengane-se quem pensar que não. Não é preciso ser-se um grande amante das artes plásticas ou um entusiasta das mais refinadas vanguardas. Lá por estarem na capital do país, isso não significa que os museus de Lisboa sejam mais inacessíveis ou caros – muito pelo contrário!

O único requisito para visitar um museu em Lisboa é… tempo e disponibilidade, uma mente aberta à novidade. Não se acanhe, caso não costume frequentar exposições. Os museus por si mesmos mostrar-lhe-ão tudo o que anda a perder! Aprenda, distraia-se, disfrute!

1. Muitos dos museus têm entradas gratuitas, principalmente ao fim-de-semana

Se o seu problema for a falta de disponibilidade monetária, esteja descansado, pois existem muitos museus com entrada gratuita. Visitar um museu em Lisboa nunca foi tão fácil!

Exemplos disso são o Museu Berardo (no Centro Cultural de Belém), o Museu do Design e da Moda (ou MUDE, na Rua Augusta), o Museu Nacional de Arte Antiga e o Museu Nacional dos Coches (estes dois últimos são gratuitos apenas aos Domingos, até às 14h).

E estas são apenas algumas sugestões! Alternativas não lhe faltam!

2. Os museus permitem-lhe aprender imenso, enquanto se distrai

Em primeiro lugar, devia ser proibido visitar qualquer museu a correr. É suposto apreciar-se as exposições, observar-se, ler-se devagar, sem pressas. Visitar um museu em Lisboa costuma ser uma experiência a fazer, por exemplo, num fim-de-semana, em que as tarifas até são reduzidas ou mesmo gratuitas, quando há tempo e há a possibilidade de partilhar a experiência com outra pessoa.

Escolha um museu com que se identifique e cujo tema seja do seu agrado e deixe-se ficar por lá durante um par de horas. Aprender é imprescindível, em qualquer idade. No final, vai sentir-se relaxado e os seus conhecimentos ter-se-ão alargado!

3. Os conhecimentos adquiridos enquanto visita um museu podem inspirá-lo

Como acontece frequentemente, quando somos expostos a novidades, os museus inspiram-nos, mostrando-nos o que desconhecíamos e fazendo com que reflictamos acerca de temas que não costumamos abordar. Por isso, quebrando a rotina, visitar um museu e saber que estamos a aprender algo de novo traz-nos boas energias e mais confiança acerca de nós mesmos.

4. Os museus são o reflexo da nossa sociedade

Não há melhor maneira para ficar a saber mais acerca da nossa comunidade do que visitando museus ou mesmo outro tipo de entidades culturais. São eles que contam a nossa História, não só nacional quando internacional, não só passada quanto actual. E nem sequer temos de nos subjugar a um tema que achemos ser enfadonho ou desinteressante para nós!

Visitar um museu em Lisboa, na capital do nosso país, onde existem mais ofertas de lazer cultural, significa termos acesso a exposições de todos os tipos, acerca de variadas matérias e áreas do saber.

Dito isto, já sabe o que fazer no próximo fim-de-semana? Para mais sugestões, mantenha-se atento ao blogue Artes e Artes!

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