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Versos soltos de uma canção mal conhecida… E o dia nasce.

23 de Outubro de 2019 by Magno Neiva

 

Uma história de crianças perdidas.

Um destino traçado por memórias esquecidas.

Um caminho qualquer sem rumo definido.

Um momento que não chegou a ruído.

Mais um dia normal de indiferença.

 

Cabelo solto e brilhante. Olhar adocicado pela luz.

Sorriso ternamente reluzente. Toque indecisamente quente.

Ela era assim no passado.

 

Inquietação no movimento. Força perdida na voz.

Suor na frigidez do silêncio. Incapacidade de comunicar.

Ele era assim no passado.

 

Mas ela hoje acordou.

Mas ele hoje já não está.

Mas a música não acabou.

Alguém a vai cantar.

E a mudança vai gritar por ele.

E as peripécias suceder-se-ão.

E o reencontro acontecerá.

E o cruzamento decidirá.

 

O conto de fadas contado pelo diabo.

A epopeia que não consagra heróis.

O espectáculo sem pano de fundo.

A dança sem música.

O adeus sem olá.

A simplicidade da incapacidade.

O medo do medo.

 

A porta fecha com a escuridão da noite.

E o diabo sorri.

E toda a gente aceita.

 

O cinzento que passa pacientemente para negro.

A voz que não emite a ternura por palavras.

A memória que se apaga no fechar do olhar.

A despedida que se faz sem conseguir sonhar.

Perdeu-se tudo com a escuridão da noite.

 

E o diabo ganhou.

E toda a gente esquece.

 

Mas lá fora chove. E troveja. E existe ruído.

O céu abre para revoltar espíritos.

O vento transforma-se em tempestade.

Não se pode dormir! Renasce um acreditar!

O conforto da casa deixa de ser solução.

As amarras da distância tornam-se improvisos.

As pingas purificam a passada acelerada.

O desejo transforma-se em chama com o frio.

E a porta é a sirene que não deixa o pesadelo instalar-se!

 

O reencontro é agora.

E a mudança acontece por ele.

E o olhar faz acreditar.

E o reencontro é o presente.

E o cruzamento é só de um sentido para o futuro.

E o dia nasce! E ambos brilham com um só!

 

Poema de sentimentos completamente soltos e perdidos a tentarem-se interligar entre si com um único ponto comum: a possibilidade de algo melhor acontecer, hoje, amanhã… Um dia.

Escrito originalmente só com 4 versos e desenvolvido a 18 de Outubro de 2013, por Magno Alexandre.

Mais informação sobre este tipo de escrita, consultar o blog http://introducaoaofimdalucidez.blogspot.pt/

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Romance de aventuras: Poema do coração. Curta apresentação

16 de Outubro de 2019 by Anabela Baptista

Maria está desempregada e José trabalha como canalizador. Ambos conhecem-se de uma forma que contraria a lógica cartesiana e ao longo de toda a história essa lógica será posta em causa. O destino (ou talvez não) dita que este casal se veja envolvido numa venturosa caça ao tesouro do tempo em que os Árabes terão perseguido cristãos na Serra da Gardunha. o mistério desenvolve-se à medida que o grupo se alarga com a participação de uma lofoscopista e de um GNR neste empreendimento. 

Toda a obra é criada no sentido de transportar o leitor para o insólito ao mesmo tempo que o faz acreditar como se não se tratasse de uma obra de ficção…

Afinal o mito sempre se entranhou na realidade, tal como nossos avós habituados aos serões da lareira gostavam de nos contar com tal respirar que muitos de nós acreditávamos, talvez por eles também de algum modo acreditarem. Por outro lado,  sempre se conheceram histórias na primeira pessoa ou por outras pessoas de episódios paranormais.

Maria e José têm sonhos reveladores, têm mazelas mas são, sem dúvida, alguma lutadores: Maria vai propor um desafio enorme a José; este acaba por aceitá-lo e no meio de tudo isto se perder, Maria vai sofrer com sua decisão. Afinal tudo correrá como ela pretendia (Mas será que ela pretendia mesmo que José vivesse as aventuras amorosas que nunca vivera, correndo o risco de o perder, unicamente para ter a certeza de que era ela a única, inegualável?). Maria será amiga de sua rival lofoscopista, porque o grupo de caça ao tesouro teve que continuar. Ondina essa mulher misteriosa, espírito indomável, será que algum dia poderá entregar seu coração a um homem só? E porquê? Tal como José e Maria, também Ondina é uma peça chave para se compreender este imbróglio de mistério, lofoscopista, prostituta e muito mais do que possamos imaginar à partida. O que afinal move todas estas personagens? Que tesouro procuram elas afinal? Será que o tesouro encontrado corresponde àquele que imaginaram à partida? E porque terá afinal esta obra o título de Poema do coração?

Escrevi este romance com o intuito de publicá-lo a fim de pagar a terapia da fala de meu filho,uma vez que estou desempregada e que o João é portador de autismo. João tem 4 anos e ainda usa fraldas e não responde às nossas perguntas nem conversa connosco. O seu autismo tem ainda incluída bastante agitação motora, o que corresponde na prática a correr muito e fugir de junto dos pais e dos avós… No infantário no passado ano letivo teve terapia da fala, todavia apenas duas horas por semana e atualmente ainda não usufrui desta terapia, pois a terapeuta ainda não foi colocada.

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Só os Jovens podem quebrar… (capítulo 3)

9 de Outubro de 2019 by Magno Neiva

06.45 – Quarta-feira, 15 de Novembro de 2012:

O despertador acorda a radio com um dos hits do momento…

“When food is gone you are my daily need.

When friends are gone.

I know my savior”s love is real. Your love is real

You”ve got the love…”

Mas a noite foi demasiadamente mal passada para a mão não espetar uma valente chapada no botão de “Snooze” e amor ser a última palavra proferida.

Podiam ser tantas outras palavras. Tantas outras músicas. O trânsito. As notícias. Não. Um dia mau parece começar. Um igual ao de ontem? Pior? Melhor? Não interessa muito… Os dias de cão não acabaram para mim.

O meu nome é Artur Ellis. Trabalho dez horas por dia numa central eléctrica! E é horrível! Um trabalho de merda! Tenho que acordar todos os dias neste t-zero nos subúrbios desta cidade semidestruída! E todos os dias a esta hora de merda! E nem o radio sabe escolher uma música menos má…

Tenho trinta e três anos e não sei que posso fazer para a minha vida ser melhor.

Sento-me no balcão de uma pseudo-cozinha com vista para a sala, porque metade dela é mesmo a sala. Nem ligo ao facto de a loiça estar a se acumular de forma preocupante desde que tenha sempre uma malga e uma colher para os cereais mais intragáveis e baratos que um supermercado possa vender, serem regados por um leite de soja – obrigatório devido à minha intolerância à lactose. Merda, também se aplica ao pequeno-almoço.

Hora de me vestir. A merda do fato-macaco castanho cor de merda. Nem sei porque me queixo dele se é uma escolha fácil e que não complica a manhã. Mas é uma merda…

Higiene pessoal é o passo seguinte.

A casa de banho é o que é: Um espaço para largar merda e lavar-me.

Olho de novo para o espelho da farmácia. Barba por fazer e completamente dividida entre pêlos brancos, castanhos, pretos. Dentes ligeiramente amarelados tal a mistura abusiva de café e cigarros. Uma expressão sem sorriso possível, mas vincada em rugas e pontos negros de desleixo. Contudo gosto de colocar um pouco de Nivea para não ficar com a pele demasiado seca.

Apesar do amarelado, escovar os dentes faz parte da rotina também. Com uma pasta de dentes com sabor de merda.

Enquanto a face é trucidada no espelho conforme o movimento da escova, revejo a minha monstruosidade na perfeição simplesmente pela fixação propositada num olhar sem brilho:

Ninguém me conhece. Ninguém se interessa pela minha vida. Sabe pelo que passo. Sabe da minha solidão. Sou um vazio que vive despercebido pela sociedade. Uma história inicial de luta, coragem, amor. E um final de perda, abdicação, traição. Nada me dá prazer na vida que não o sofrimento de ainda a desejar. Ainda sonhar com ela. Ainda ter esperança num dia melhor. Aguento por um amor que não é correspondido.

A merda da escova rasga-me as gengivas ao cuspir espuma com sangue.

Pronto. Tudo está feito.

Hora de sair. Um último olhar para este sítio mais cinzento que a minha própria alma. É a casa que mereço, no fundo. O reflexo de um conformismo que vive para sonhar, sobrevivendo até lá com a dura realidade de respirar.

A porta fecha.

O meu nome é Artur Ellis, e estou na merda!

E o dia ainda mal começou!

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A voz do dono e o dono da voz – aprendendo a arte da expressão pura

2 de Outubro de 2019 by Alice Branco

“Deus fez uma estátua de barro à sua própria imagem e quis que essa estátua possuísse uma alma. Mas a alma recusou-se a ser aprisionada no corpo, pois é de sua natureza ser livre e voar à vontade. Então Deus pediu aos anjos que tocassem sua música. E a medida que os anjos tocavam, a alma ficou extasiada. Para poder sentir melhor a música e ouvi-la de perto, a alma entrou no corpo. A verdade porém é que a própria alma era o som e ela entrou no corpo para experimentar e ouvir a música da vida.”(de uma lenda da Pérsia, segundo o poeta Hafiz, em trecho de um artigo de Cláudia Lelis, http://www.analisebioenergetica.com/flaab/?p=298).

A voz da alma

Escrever um memorial, como bem indica o nome dado a este tipo de texto, é o ato de “recuperar aquilo que, para o autor, foi importante em um determinado evento”. Então, para cumprir com esta tarefa do curso, estou aqui sentada com meu laptop, relembrando tudo o que vi, ouvi, senti, nas aulas da Susana e, buscando entender como as vivências, exercícios e informações adquiridas repercutiram em mim. A priori posso afirmar que todas as aulas a que assisti tiveram o efeito de uma sessão de relaxamento bastante eficaz. Os movimentos para aquecimento do corpo, das cordas vocais, da garganta, a roda de mãos dadas e a sensação de pertencer a um grupo, os barulhos, sons, assopros e bramidos, caretas, “caras e bocas”, atividades sempre repetidas em cada aula, tiveram o dom de ajudar a relaxar meus ombros e pescoço (cansados de tanto guiar “serra acima, serra abaixo”). Vocalizar sons, letras (vogais, consoantes), sílabas, palavras – cantar – foi atividade que, para mim, sempre promoveu alegria e movimento de energia, o que encontrei no curso que hoje relembro.

Muitas novidades foram aprendidas – não sabia que ” a voz é marca única e singular do sujeito”, como nos disse Susana em sua aula, a ponto de se poder identificar o autor da fala com a mesma exatidão que através das impressões digitais – outras tantas foram conscientizadas, como ao que se refere a frase de Pedro Bloch, “a voz é a expressão sonora da personalidade e serve para melhor transmitirmos o que somos e sentimos”, especialmente quando nos damos conta que a força de uma “fala” está nas características de expressividade que o autor lhe empresta – tom, volume, ritmo, velocidade – que podem ser alteradas mas, também é altamente influenciada pelo timbre de voz de quem a diz, qualidade essa que é nata, marca registrada de cada um. Estas funcionalidades da fala me permitiram entender porque, às vezes, reclamam que estou falando de forma “incisiva demais” quando eu, que me ouço de dentro, entendo que só estou falando “exatamente aquilo que penso”. Enfim, quem está de dentro da fala, eu no caso, escuta de forma diferente daquele que está de fora, o ouvinte que nem sempre me conhece como indivíduo e que se choca com as características “mais leoninas” da minha forma de falar. Neste caso, posso afirmar que este curso teve uma importância significativa para o momento de vida que atravesso pois, na busca pelo auto-conhecimento, pela consciência interior ampliada, acredito que hoje estou mais consciente e integrada comigo mesma e com o mundo que me cerca, graças à compreensão dos efeitos energéticos que podemos gerar com a voz. Estes efeitos energéticos são evidenciados pela reação daqueles que nos ouvem, cada qual um indivíduo, um mundo em si, que ouve com empatia, ou repulsa, uma mesma frase. No final das contas, através da fala (mas não só) é que o ser humano se comunica entre seus iguais. Por esta razão é da maior importância que saibamos como gerenciar este instrumento de comunicação – a fala, a voz, a expressão verbal. No meu caso, que tenho voz forte, sou impulsiva, falo o que penso, descobri porque muitas vezes as pessoas que me ouvem se assustam, se intimidam, reclamam, ou se tornam agressivas. Enfim, o meu instrumento de comunicação verbal é mesmo bastante incisivo – me dei conta disso, e também aprendi sobre as possibilidades de se aprender uma nova forma para a voz, a prestar atenção à respiração, à postura corporal e, principalmente, a colocar na voz a verdadeira intenção que vai no coração.

Como se diz em Portugal, numa canção popular “quem canta seus males espanta”, sabemos que o maior instrumento que temos é o nosso corpo e que, quando recuperamos o nosso som interior, também recuperamos o domínio do nosso(s) corpo(s), portanto, nos curamos. Quando os males são espantados a alma fica curada.

Se já encontrei “minha voz”? Talvez ainda não, talvez não completamente mas, estou a caminho, isso já sei. Também sei que a “minha voz”, aquela que traduz a minha essência espiritual, tem sons tanto de fogo quanto de terra, água e ar – murmúrios e ventanias, chamas e polvorosa, e a fertilidade, da terra bem adubada e irrigada, que vem as soma dos 4 elementos quando bem equilibrados.

A dona da voz sou eu, a voz da dona está em formação, se ajustando para que, ao ressoar no universo, o equilíbrio seja perfeito. Nesse momento serei livre e completa.

 

 

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Quando um título se torna exigente e ronda o arco íris

28 de Agosto de 2019 by

Nascer, algo a que nunca estaremos predestinados. Já morrer é uma questão de destino, data ou acaso.

E onde nasce a fonte, daí brota tudo o que dela se alimenta.

Depois vem a aprendizagem, a moldura, a indignação, a mentira, a dúvida, mesmo que implique fechar os olhos e abrir as janelas, derrubar as cortinas. Tudo se vai resumindo a altos e baixos, linhas rectas ou convexas, repetições ou ecos, luzes ou sombras, frases imperfeitas!

Citando Bernardo Soares, no Livro do Desassossego:

“Adoramos a perfeição, porque a não podemos ter; repugná-la-íamos se a tivéssemos. O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito.

O ódio surdo ao paraíso — o desejo como o da pobre infeliz de que houvesse campo no céu. Sim, não são os êxtases do abstracto, nem as maravilhas do absoluto que podem encantar uma alma que sente: são os lares e as encostas dos montes, as ilhas verdes nos mares azuis, os caminhos através de árvores e as largas horas de repouso nas quintas ancestrais, ainda que as nunca tenhamos. Se não houver terra no céu mais vale não haver céu. Seja então tudo o nada e acabe o romance que não tinha enredo.

Para poder obter a perfeição fora precisa uma frieza de fora do homem e não haveria então coração de homem com que amar a própria perfeição.

Pasmamos, adorando, da tensão para o perfeito dos grandes artistas. Amamos a sua aproximação do perfeito, porém o amamos porque é só aproximação.”

Depois vem a realidade, a indiferença, os círculos fechados, as amizades circunstanciais, os abismos onde nos lançamos de olhos vendados, as provas refutáveis do inquestionável e outras verdades imperfeitas. Buscando sempre um fim atingível, incondicional ou até incapaz de corresponder a algo que não vivenciámos nunca, mas a simples perseverança e luta primária, transforma uma batalha numa semente lançada à terra e que germinará conforme o clima e a sustentabilidade.

E a nossa aura transcendente perdurará pelos séculos e milénios, mesmo que escondida numa curva do caminho, numa sepultura esquecida ou num vulcão adormecido.

Tudo começa, acaba e tem umas entrelinhas. Não é uma ciência exacta, nem uma tela por pintar. Vai-se formando e deformando, de surpresa em surpresa, de desilusão em desilusão. Mas depois dum céu nublado, duma tempestade austera e de quaisquer dinâmicas de sepulcro, vem sempre a luz e a estrada aberta, o mar calmo e a maré cheia, o abraço e cadeira.

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Inteligência Positiva – A caminho da parte II – Quociente positivo

1 de Agosto de 2019 by Ana Paula Pinto

“Há várias medidas para medir a vontade humana. A mais exata e a mais segura é a que se exprime por esta questão: de que esforço és capaz?” ― William James. 

Do que é capaz? 

Partindo do princípio que tudo é mensurável na vida segundo certas pessoas que dão importância as medidas, falar-vos-ei do quociente positivo.

(É claro que as medições são importantes em certas áreas da nossa vida: não fiquem com a ideia errada que é mau medir. Cuidado em não entrar nos exageros: há quem goste de quantificar o Amor… E Shakespeare já dizia ” É um amor pobre aquele que se pode medir.”)

É essencial para alguns medir o seu quociente de inteligência – QI – obtido por meio de testes desenvolvidos para determinar o valor das faculdades cognitivas. A inteligência positiva também se mede. O quociente da inteligência positiva – QP – é medido entre 0 e 100 e expressa qual o valor da sua inteligência positiva. O QP é a percentagem de tempo em que o seu cérebro atua como seu amigo e não o oposto. Por exemplo, um QP de 70% aponta para uma mente que é sua amiga e que nos restantes 30% se encontra como inimiga, sabotando-o.

Um indivíduo com um QI entre 90-109, segundo a escala de Davis Wechsler, é considerado estar na inteligência média. Um QP superior a 75% corresponde a um indivíduo nobilitado pela positividade da sua mente, e um quociente inferior equivale a um indivíduo que é continuamente conduzido e condicionado pelas intrigas da sua mente; e isso acontece à maioria da população. 

O QP mede a percentagem do tempo em que a mente funciona de modo positivo face ao outro lado do cérebro que tem como principio destruir o que de bom tem o cérebro. Há imensas pesquisas nos campos da psicologia e neurociência sobre a inteligência positiva e o quociente positivo: um QP elevado = felicidade + sucesso.

Repito a questão de William James, fundador da psicologia moderna, “De que esforço és capaz?” 

Cabe a nós de mudar a forma como o nosso cérebro pensa: deixá-lo manipular-nos não é solução em tempo algum, mas agora urge a necessidade cada vez maior de sermos donos de nós próprios para podermos sair do desconforto onde possamos estar metidos. 

Em conclusão, reiterando a crença de que a nossa mente é amiga como também é inimiga, sabotando ativamente a nossa felicidade e o nosso sucesso com fantasmas que vivem em nós. É cruel e doloroso pensar nisso, mas, focando-nos na parte positiva, esses sabotadores podem ser facilmente identificados, manipulados e anulados. Para isso, muscular o nosso cérebro é imperativo. 

 

Referências:

Chamine, S. (2013). Inteligência Positiva, o novo quociente de inteligência, Lisboa, Gestãoplus Edições.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Quociente_de_intelig%C3%AAncia – consultado a 14 de outubro 2013. 

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