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Recuperar Livros Molhados: Uma Urgência Urgentíssima!

8 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas

Recuperar livros molhados é muitas vezes, lamentavelmente, mesmo necessário. Quantas vezes estava a ler na praia e veio aquela onda atrevida que levou o seu monte de livros? Ou, mais grave, aquela inundação lá em casa que chegou ao escritório…

O que interessa saber é que há solução se tomar medidas urgentes e incisivas sobre os livros molhados, pois!

Sabe o que a água provoca aos livros?

Os livros têm a capacidade de absorver a água de uma forma muito rápida. Os anteriores ao século dezanove, por exemplo, por causa do tipo de papel utilizado na altura, chegam a chupar cerca de 80% do seu peso! Já os posteriores ficam-se pelos 60%, apesar da sua resistência à imersão na água ser bem maior, que continua a ser imenso.

Está bem a ver a quantidade de água que o processo de secagem terá de retirar dos livros molhados?

Recuperar livros molhados não é mesmo um processo fácil e o maior problema de todos reside no empastelamento…

Sabe o que é o empastelamento?

O empastelamento ocorre quando o movimento capilar da água no meio dos livros faz deslocar materiais solúveis que funcionam como autênticos adesivos e provocam a aderência das folhas umas às outras. Sabe o que acontece a seguir?

Ao secarem assim, os livros molhados ficam tipo tijolos e um poiso gourmet de cogumelos e fungos! Percebe agora a urgência em recuperar livros molhados?

SOS Congelamento!

Ouviu bem: a primeira medida de recuperação dos livros molhados será congelá-los para impedir que a situação mencionada acima aconteça. Apesar de ser uma operação simples, quando individual, torna-se complexa se se tratar de um acervo… onde colocar tantos livros para congelar a rapidamente para não ganharem cristais de gelo? Pois.

Mas vamos cingir-nos a uma tragédia menor de recuperar livros molhados: meia dúzia. Depois de congelá-los, descongele sem que haja formação de água – o que se consegue com pouco calor, através de uma máquina de secagem a vácuo.

Os secadores a vácuo permitem uma secagem a baixíssimas temperaturas, por ausência de oxigénio e com possibilidade de recuperação do dissolvente.

O que se pretende fazer é o chamado processo de liofilização que tende a danificar menos do que os outros métodos da desidratação, que envolvem temperaturas mais altas.

A ideia é as folhas permanecerem duras e secas para depois serem tratadas normalmente!

Reencadernação

No final do processo de recuperar livros molhados o mais certo é ter de voltar a encaderná-los porque a água quase com certeza que fez diluir as colas das capas e lembre-se que são elas, as capas, que ajudam a proteger as frágeis folhas dos livros!

Pode acontecer os livros molharem-se completamente. O que fazer? Perceber que a água irá destruir completamente os livros é importante.

Depois, use a técnica da congelação seguida da descongelação com os imensos cuidados que requer e… a secagem funcionou!

Filed Under: Decoração e Restauro Tagged With: água, empastelamento, Livros, livros molhados, Recuperar Livros Molhados

(Apenas) 5 breves vantagens se gostar de ler livros

29 de Janeiro de 2019 by Beatriz Helena Villegas Canas Mendes

livrosNão gosta de ler? Anda à procura de motivos para pegar num livro, mas não consegue ganhar força de vontade? Os livros não lhe dizem nada, não se consegue identificar com eles? Talvez esteja à procura de respostas no local errado.

De qualquer maneira, aqui seguem “5 breves vantagens de gostar de ler”, de entre tantas e tantas que existem, na expectativa de que mais pessoas descubram as suas maravilhas, tanto para o intelecto quanto para o corpo (e, já agora, para a carteira). Afinal, o último precisa de um ginásio, mas o primeiro clama por outro tipo de exercício!

1. Ler estimula as células nervosas

Está cientificamente provado que ler diminui a probabilidade de, mais tarde, sofrermos de doenças a nível cerebral, como o Alzheimer, uma vez que a actividade neuronal provocada pela leitura é diferente daquela que se dá quando vemos televisão ou ouvimos rádio. Deste modo, os livros podem ser encarados como aparelhos de musculação, mas destinados à fortificação do cérebro, nomeadamente exercitando a memória e a concentração.

2. Ler reduz o stress

O stress envelhece-nos; logo, se os livros reduzem o stress, fazem-nos rejuvenescer e manter o envelhecimento à distância. São uma maneira de nos distrairmos e, talvez, de nos abstrairmos de aspectos menos positivos do nosso dia-a-dia, enquanto vivemos na pele de personagens ficcionais ou que vivem uma realidade diferente da nossa, através das palavras que outra pessoa escreveu. Ao lermos, esquecemo-nos do que nos rodeia e relaxamos, nem que seja durante alguns momentos.

3. Ler faz-nos aprender

Mesmo que seja involuntariamente, aprendemos sempre alguma coisa com os livros. Seja uma lição de vida, um facto histórico que desconhecíamos, uma nova teoria científica em experimentação ou uma palavra que faltava ao nosso vocabulário, é inevitável retermos algo novo. E nunca é tarde para aprender, pois não?

4. Ler aguça-nos o espírito crítico

Além de poderem chamar-nos a atenção para perspectivas através das quais ainda não tínhamos analisado determinadas questões, de aprendermos com eles e de nos fazerem exercitar a mente, os livros ajudam-nos a estimular o nosso espírito crítico e a colocar em causa aquilo em que acreditamos, num conjunto de tudo-em-um, ensinando-nos igualmente a sermos mais receptivos quanto ao desconhecido.

5. Ler não custa (muito) dinheiro

Desengane-se quem pensar que ler é um hobby dispendioso. Podem-se encomendar livros na Internet a preços mais acessíveis (os ebooks são uma alternativa, pois costumam ser mais baratos do que as edições em papel), comprá-los em segunda mão ou requisitá-los nas bibliotecas. Pedi-los emprestados a amigos também é uma óptima opção!

Além disso, enquanto lemos, só gastamos a energia eléctrica consumida pelos candeeiros (e, de dia, nem sequer é preciso ligá-los!), ao passo que ligar aparelhos como os computadores, as televisões e as aparelhagens implica maiores custos na factura da electricidade, no final do mês.

Deste modo, ler é não só uma actividade que promove hábitos saudáveis, quanto também é extremamente económica e para todas as idades!

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: aprender, comprar livros usados, concentração, espírito crítico, fortificaçao cerebro, ler, Livros, livros baratos, livros interessantes, memória, sociedade, stress, vantagens

4 razões para visitar um museu em Lisboa

11 de Janeiro de 2019 by Beatriz Helena Villegas Canas Mendes

Visitar um museu em Lisboa é para todos, desengane-se quem pensar que não. Não é preciso ser-se um grande amante das artes plásticas ou um entusiasta das mais refinadas vanguardas. Lá por estarem na capital do país, isso não significa que os museus de Lisboa sejam mais inacessíveis ou caros – muito pelo contrário!

O único requisito para visitar um museu em Lisboa é… tempo e disponibilidade, uma mente aberta à novidade. Não se acanhe, caso não costume frequentar exposições. Os museus por si mesmos mostrar-lhe-ão tudo o que anda a perder! Aprenda, distraia-se, disfrute!

1. Muitos dos museus têm entradas gratuitas, principalmente ao fim-de-semana

Se o seu problema for a falta de disponibilidade monetária, esteja descansado, pois existem muitos museus com entrada gratuita. Visitar um museu em Lisboa nunca foi tão fácil!

Exemplos disso são o Museu Berardo (no Centro Cultural de Belém), o Museu do Design e da Moda (ou MUDE, na Rua Augusta), o Museu Nacional de Arte Antiga e o Museu Nacional dos Coches (estes dois últimos são gratuitos apenas aos Domingos, até às 14h).

E estas são apenas algumas sugestões! Alternativas não lhe faltam!

2. Os museus permitem-lhe aprender imenso, enquanto se distrai

Em primeiro lugar, devia ser proibido visitar qualquer museu a correr. É suposto apreciar-se as exposições, observar-se, ler-se devagar, sem pressas. Visitar um museu em Lisboa costuma ser uma experiência a fazer, por exemplo, num fim-de-semana, em que as tarifas até são reduzidas ou mesmo gratuitas, quando há tempo e há a possibilidade de partilhar a experiência com outra pessoa.

Escolha um museu com que se identifique e cujo tema seja do seu agrado e deixe-se ficar por lá durante um par de horas. Aprender é imprescindível, em qualquer idade. No final, vai sentir-se relaxado e os seus conhecimentos ter-se-ão alargado!

3. Os conhecimentos adquiridos enquanto visita um museu podem inspirá-lo

Como acontece frequentemente, quando somos expostos a novidades, os museus inspiram-nos, mostrando-nos o que desconhecíamos e fazendo com que reflictamos acerca de temas que não costumamos abordar. Por isso, quebrando a rotina, visitar um museu e saber que estamos a aprender algo de novo traz-nos boas energias e mais confiança acerca de nós mesmos.

4. Os museus são o reflexo da nossa sociedade

Não há melhor maneira para ficar a saber mais acerca da nossa comunidade do que visitando museus ou mesmo outro tipo de entidades culturais. São eles que contam a nossa História, não só nacional quando internacional, não só passada quanto actual. E nem sequer temos de nos subjugar a um tema que achemos ser enfadonho ou desinteressante para nós!

Visitar um museu em Lisboa, na capital do nosso país, onde existem mais ofertas de lazer cultural, significa termos acesso a exposições de todos os tipos, acerca de variadas matérias e áreas do saber.

Dito isto, já sabe o que fazer no próximo fim-de-semana? Para mais sugestões, mantenha-se atento ao blogue Artes e Artes!

Filed Under: Bibliotecas, Arquivos e Museus Tagged With: actividades culturais, aprender, Artes, civismo, entrada gratuita, escrita, história, Livros, música, portugal, reservas naturais, sociedade, vídeo, visitar um museu em lisboa

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