• Skip to primary navigation
  • Skip to main content

Artes & Artes

Cultura e Entretenimento, Atividades literárias, Cinema e séries, Teatro, música e dança, Arte e Eventos

  • Atividades literárias
  • Bibliotecas, Arquivos e Museus
  • Artes e Design
  • Teatro, Música e Dança
  • Decoração e Restauro

Inteligência Positiva – A caminho da parte II – Quociente positivo

1 de Agosto de 2019 by Ana Paula Pinto

“Há várias medidas para medir a vontade humana. A mais exata e a mais segura é a que se exprime por esta questão: de que esforço és capaz?” ― William James. 

Do que é capaz? 

Partindo do princípio que tudo é mensurável na vida segundo certas pessoas que dão importância as medidas, falar-vos-ei do quociente positivo.

(É claro que as medições são importantes em certas áreas da nossa vida: não fiquem com a ideia errada que é mau medir. Cuidado em não entrar nos exageros: há quem goste de quantificar o Amor… E Shakespeare já dizia ” É um amor pobre aquele que se pode medir.”)

É essencial para alguns medir o seu quociente de inteligência – QI – obtido por meio de testes desenvolvidos para determinar o valor das faculdades cognitivas. A inteligência positiva também se mede. O quociente da inteligência positiva – QP – é medido entre 0 e 100 e expressa qual o valor da sua inteligência positiva. O QP é a percentagem de tempo em que o seu cérebro atua como seu amigo e não o oposto. Por exemplo, um QP de 70% aponta para uma mente que é sua amiga e que nos restantes 30% se encontra como inimiga, sabotando-o.

Um indivíduo com um QI entre 90-109, segundo a escala de Davis Wechsler, é considerado estar na inteligência média. Um QP superior a 75% corresponde a um indivíduo nobilitado pela positividade da sua mente, e um quociente inferior equivale a um indivíduo que é continuamente conduzido e condicionado pelas intrigas da sua mente; e isso acontece à maioria da população. 

O QP mede a percentagem do tempo em que a mente funciona de modo positivo face ao outro lado do cérebro que tem como principio destruir o que de bom tem o cérebro. Há imensas pesquisas nos campos da psicologia e neurociência sobre a inteligência positiva e o quociente positivo: um QP elevado = felicidade + sucesso.

Repito a questão de William James, fundador da psicologia moderna, “De que esforço és capaz?” 

Cabe a nós de mudar a forma como o nosso cérebro pensa: deixá-lo manipular-nos não é solução em tempo algum, mas agora urge a necessidade cada vez maior de sermos donos de nós próprios para podermos sair do desconforto onde possamos estar metidos. 

Em conclusão, reiterando a crença de que a nossa mente é amiga como também é inimiga, sabotando ativamente a nossa felicidade e o nosso sucesso com fantasmas que vivem em nós. É cruel e doloroso pensar nisso, mas, focando-nos na parte positiva, esses sabotadores podem ser facilmente identificados, manipulados e anulados. Para isso, muscular o nosso cérebro é imperativo. 

 

Referências:

Chamine, S. (2013). Inteligência Positiva, o novo quociente de inteligência, Lisboa, Gestãoplus Edições.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Quociente_de_intelig%C3%AAncia – consultado a 14 de outubro 2013. 

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: actividades literárias, Competência, confusao mental, criação literária, Cuidados de Saúde, depressão, Estudo de Processo, experiências pessoais, formação prática, medicina, opinião, Prevenção, psicotico, terapia mental, Trabalho

Arte e Música: Actuação solitária de um artista de rua

26 de Julho de 2019 by Bruno Caetano Aniceto

Ainda me encontrava no início daquela rua de típico comércio tradicional, bem frequentada por ser dia próprio, transeuntes, turistas, compradores e curiosos, como eu, enchiam-na de uma ponta à outra. Plena alegria popular de uma tarde soalheira, de temperatura convidativa a fugir da monotonia caseira.

 

Ali, entre os demais, me encontrava a ver alegres e animadas montras quando os primeiros acordes se fizeram chegar até mim. De início pensei que fosse apenas alguma música vinda de uma loja, daquelas músicas que a partir de estudos que o tinham concluído, era usada para atrair e dar aquela boa disposição a clientes, para fomentar o espírito de comprador adormecido ou simplesmente envergonhado. Mas não, o som era puro de mais para ser uma gravação, os acordes não perfeitos mas mesmo assim correctos, a música continuada, com altos e baixos, graves e agudos, tão naturais de quem toca por gosto e não para uma gravação comercial ou de puro e simples interesse económico.

 

No meio da colorida e pequena multidão, encostado a uma parede grafitada, ali se encontrava a origem daquela hipnotizante música que tinha ouvido. Não tirando os olhos das montras para não dar um ar de um interessado desesperado, fui-me aproximando, seguindo os acordes pela rua e por entre as pessoas até ao local. Apoiando a guitarra na perna dobrada da qual o pé também vincado na parede ia batendo consoante os acordes, mala da guitarra aberta em frente a ele, estava o anónimo guitarrista. Os olhos por detrás dos óculos escuros estavam fechados, notava-se, e assim se mantinham para apenas sentir a musica, que do contacto dos seus dedos com as cordas, ora suave, ora tenso, umas vezes rápido e
outras de forma mais pausado faziam sair voando pela rua aquelas notas.

 

Tocava uma, duas, três músicas de seguida. Umas conhecidas, outras originais, talvez, por não as conhecer ou provavelmente por essas serem versões daquele artista de rua. O prazer reflectia-se na sua cara e nos seus dedos, aquele homem ali, encostado, estava feliz. Reparei que mais eram as pessoas que por ele passavam e ignoravam do que as que paravam para apreciar um pouco de arte. Arte sem dúvida, era o que ele oferecia. A rua tinha agora outro valor com ele, tinha ganho outra animação, outra magia. Dedilhava para ele, não se importava de quem o ouvia nem das opiniões alheias. Opino que esses que aparentemente não lhe ligavam mais perderam do que ganharam, insensíveis à arte, seja ela expressada de uma forma diferente aos seus princípios artísticos. Aparentemente ignorado, assim o digo porque me pareceu quase impossível não reparar, não ouvir aquela guitarra e do que ela saía.

 

Reparo então na mala da guitarra, e no fundo desta, o fundo via-se bem, infelizmente para o artista suponho, se tal fundo já não se visse significaria que as moedas já o teriam coberto. Mas isso parecia-me longe de acontecer. Por mais que ele tocasse, por mais que aquela rua tenha ganho com ele, ele pouco ganhou com ela. Resultado pouco gratificante para aquele jovem artista de rua que procurava ali algum reconhecimento económico pelo seu nova ideia artista de ruadom artístico.

 

Pensava eu.

 

Quando o artista deu por finalizado a sua actuação, e enquanto arrumava a sua companheira na mala com poucas moedas, aproximei-me e estiquei-lhe a mão para uns honestos parabéns pelo que ali tinha acabado de fazer e pela forma que o tinha feito, sem dúvida digna de verdadeiro e autêntico apaixonado pelo que faz. O humilde agradecimento deste deu-me o à-vontade que precisava para lhe perguntar o que o levava a ali estar durante aquele tempo, horas talvez, por uma recompensa tão baixa. Não contei as moedas que teria recebido, mas calculei que nem para um bom almoço chegaria. O que o movia a partilhar os seus harmoniosos acordes com pessoas que o fingiam ignorar, mas que o ouviam de uma forma gratuita.

 

O artista de rua respondeu.

 

Respondeu-me com um sorriso na cara, com uma certeza de quem sabia o que fazia e pouco se importava com aqueles que o ignoravam. Era um artista. A guitarra era a sua fiel companhia e adorava tudo o que com ela conseguia fazer. Partilhava isso com todos. Quanto ao dinheiro, nunca disse que o queria, apenas ali deixava a mala da guitarra aberta, para arejar um bocado talvez, mas algumas moedas lá caiam e essas não as iria recusar. Aquele era o seu espectáculo, naquela rua, no jardim ou mesmo na estação de comboios. O palco não interessava. Tocava em locais abertos e não em cubículos fechados, dos quais sentia pavor, confessou.

 

Tinha o mundo como seu público, nele e para ele tocava, e que mais poderia ele pedir ou querer além daquela sua liberdade.

 

O mundo era o seu palco, e ali iria sempre tocar.

Filed Under: Artes e Design, Teatro, Música e Dança Tagged With: actividades literárias, arte de rua, Competência, confusao mental, criação literária, Cuidados de Saúde, Estudo de Processo, formação prática, Prevenção, Review, Trabalho

Não sabe o que ler? Escolha uma das obras de Lídia Jorge!

26 de Junho de 2019 by David Pimenta

Acontece-me demasiadas vezes não saber o que começar a ler no meio de tantas escolhas que uma biblioteca ou livraria proporciona. Há demasiados livros para escolher, há demasiada confusão na minha cabeça nesse momento. Mas acabei por optar por começar a minha leitura da obra A Noite das Mulheres Cantoras de Lídia Jorge. Quer fazer uma viagem até aos anos 80 em Portugal?

Lídia Jorge abre uma porta, com A Noite das Mulheres Cantoras, aos mais novos. A paixão e perseguição pela fama, trespassada para as redes sociais e para as imagens tiradas pelos telemóveis, existiu desde sempre e o novo livro mostra que a liberdade artística dos anos 80 portugueses não está tão distante da atualidade.

Se o seu problema é gastar alguns euros passe numa biblioteca e leve o livro para casa, tal como eu fiz. Apanho o elétrico para a sala de leitura do Centro Cultural de Belém e não gasto qualquer dinheiro em livros. Mas porque é que deve seguir o meu conselho e começar a ler a obra da Lídia Jorge?

Está presente a ideia de fama em todas as páginas d”A Noite das Mulheres Cantoras?

Diria que a ideia de fama está em todas as páginas deste romance da Lídia Jorge. Lembra-se da época das Doce, tal como li na crítica do Ípsilon, em que houve uma terrível liberdade artística e tal como a escritora disse “preparou para a época em que estamos hoje”? É a forte inspiração por detrás de A Noite das Mulheres Cantoras.

Não foi ao acaso que esta obra se realçou em todas as outras da biblioteca do CCB. O universo da música e do feminino sempre me atraiu, apesar de já ter tido uma desilusão com o Vento Assobiando nas Gruas. Para não correr o risco de gastar dinheiro à toa com mais um livro da Lídia Jorge decidi requisitá-lo. Pode ser um crime dizer que se gasta dinheiro à toa com um livro desta senhora mas não é por ter estatuto que a deixo de tratar como uma escritora como todas as outras.

A história é contada segundo o ponto de vista da Solange de Matos, ao ser convidada pela chamada maestrina Gisela Batista para fazer parte da banda que pretende formar. Toda a experiência da protagonista está envolta de um sentimento profundo, já notado na personagem principal do livro anterior que tentei ler da Lídia Jorge. Numa sociedade tão virada para os 15 minutos de fama nas redes sociais, na maioria das vezes por motivos insólitos, a escritora oferece aos leitores um retrato dos anos 80 completamente atual não fossem algumas passagens tão familiares às minhas vivências.

Solange começa a lutar pelo sonho de se tornar conhecida com o seu grupo sob a condição de letrista, a que lhe enche o coração, e também de cantora ao mesmo tempo que se envolve com João de Lucena, o coreógrafo do grupo. Há subtileza na forma como é contada a história do livro, em vários aspetos: quer seja na dúvida da sexualidade do coreógrafo a determinada altura quer seja no facto de Gisela se envolver com o padrasto e orientar as raparigas para não darem asas ao romance e se dedicarem ao projeto musical.

E quais os pontos fracos nesta obra da Lídia Jorge?

A Noite das Mulheres Cantoras não é um livro fácil, com as palavras simplesmente colocadas na folha branca para serem entendidas à primeira. Desenganem-se os leitores, habituados às obras fáceis e expostas na primeira banca de uma livraria. Exige-se concentração, longe do barulho do banco de um autocarro, e dedicação para se entender a poesia de Lídia Jorge.

É a quase poesia presente neste livro sobre a fama que apaixona qualquer leitor. Apaixonou-me a mim e aposto que vai apaixonar qualquer um. Compre-o ou se não quiser gastar dinheiro vá à biblioteca mais próxima da sua casa!

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: actividades literárias, agatha christie livros, casa decoracao, Competência, comprar livros usados, confusao mental, criação literária, Cuidados de Saúde, decoracao de quartos, Estudo de Processo, formação prática, ler, livros baratos, livros interessantes, Prevenção, Review, Trabalho, venda de livros, venda de livros usados, vender livros usados

Definindo o conceito Multifacetado. Ser ou não ser?

12 de Maio de 2019 by Teresa Radamanto

“Multifacetado”.

Atualmente este é o adjetivo mais utilizado quando queremos descrever as competências , qualidades ou características quando descrevemos o nosso perfil a um empregador, ou a qualquer outra entidade promissora no que diz respeito a empregabilidade . “Multi”, prefixo que designa múltiplas ou várias; “facetado” , claro está, “facetas”, várias facetas que possuímos, vários pequenos “eus” que se adaptam às necessidades emergentes e nos transformam em verdadeiros “experts” em várias matérias! “o saber não ocupa lugar” diz a sabedoria ancestral; mas será que de fato, todos teremos de o ser? Inevitavelmente. É um mal necessário. O segredo está na gerência que fazemos das nossas diferentes “facetas” e na forma como aplicamos as mesmas. “Juntar o útil ao agradável” é o que se quer. Reunir as aptidões naturais com as competências de formação é o que se pretende. É neste sentido que o adjetivo me define . O meu perfil profissional funde-se com o pessoal. O que aprendi funde-se com o que é inato e faz de mim uma profissional multifacetada. O segredo reside nesta atitude. Infelizmente  nos tempos que correm ,poucos conseguem conseguir cumprir os objetivos delineados no inicio da viagem pelo mercado de trabalho:- ” não há emprego na minha área”- tem sido a expressão mais recorrente nos últimos 3 anos… mas será que é totalmente uma situação infeliz? Será que poderá existir algo de positivo nesta realidade tão tenebrosa? Certamente. O conceito  “Multifacetado”  adquire todo o seu “esplendor” nestes contextos, afinal , “a necessidade aguça o engenho” , e são muitos os casos de sucesso neste momento, em Portugal, dos que “cruzaram outros mares” e obtiveram sucesso. Porque pensaram –
“Dentro das minhas áreas de formação e em quaisquer outras , serei eficiente.”É assim que nos devemos Auto incentivar, auto motivar. A motivação é a palavra chave. Encontrar o nosso “motor” de arranque. Encontrar na realidade dos nossos dias e na que reside à volta dos nossos “eus” uma forma de sermos irrealistas , para que ao sairmos da “zona de conforto”, possamos pensar “out of the box” , e assim fazermos “acontecer” . Assim poderemos executar o sonho , o irreal , e concretizar . Concretizar formas “irreais” de sermos empreendedores ,criativos , arrojados ;de sermos , enfim, multifacetados. Encontrar formas de poder estar ativo em várias frentes ao estarmos integrados no desenvolvimento social da nossa realidade… e  acreditar que ” vai funcionar”! Acredito que não podemos ser estanques, a evolução comanda a vida, e como tal, ao sermos “multifacetados” acompanhamos o progresso rumo ao futuro. Sermos a mudança que necessitamos é o meu mantra. Espicaçar o pensamento e criar opinião deve ser a nossa missão, independentemente da área em que nos insiramos.

Multifacetado?Definitivamente ser!

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: actividades literárias, Competência, confusao mental, criação literária, Cuidados de Saúde, Estudo de Processo, formação prática, Prevenção, Review, Trabalho

Inteligência Positiva – Vamos à Parte I – O que é?

3 de Maio de 2019 by Ana Paula Pinto

No período em que vivemos – o de crise permanente que não tem fim à vista para os mais pessimistas – há um sentimento comum: fracasso. É duro de admitir mas é verdadeiro.

Deixem-me contar-vos a história de um homem, chamado António como tantos outros neste país, perdeu tudo por más opções que fez ao longo da sua vida. Era só gastar sem pensar no dia de manhã. Nada amealhou ao longo da sua vida. E assim, com quarenta e cinco anos, viu-se atafegado de dívidas e desempregado.

Um dia, de regresso de mais um dia à procura de emprego e dos mal-afamados carimbos do Centro de Emprego, sentou-se no sofá da sala e tapou o rosto com as suas duas mãos. A sua filha de oito anos perguntou-lhe porque estava triste, sem pensar, e por o sentimento de fracasso ser tão devastador, perdeu o controlo e chorou baba e ranho como nunca o tinha feito.

A culpa minava-lhe os dias e boicotava-lhe as noites: Porquê?

O António não era capaz de deixar de se sentir culpado pelas dívidas contraídas pela família, e andava constantemente atormentado pela responsabilidade. Para além disso, a mulher começou desesperadamente a acusá-lo severamente por erros do passado e para piorar o cenário, ainda acrescentava ironicamente: “Eu bem te avisei! Eu sempre te disse para poupar! Eu bem te avisei! Tu é que és o culpado disto tudo!”

Como solução, certamente, não é recordar o passado, mas olhar para à frente. O passado já lá vai. Deixemos de ser saudosistas: basta! Que soluções?

As soluções estão sempre em nós, nunca nos outros. E esse é o primeiro passo para perceber o que é a inteligência positiva. Em nós é que está o potencial de remediar o mal que é feito. A inteligência positiva é aproveitar o conjunto ilimitado dos recursos que o nosso cérebro tem à nossa disposição. É tão simples! Basta querê-lo!

Voltemos ao nosso António: cada dia mais desesperado, afundava-se na depressão até que pediu ajuda, pois estava com o casamento preso por um fio. É importante formular as questões corretas sempre com vista a redirecionar para outro caminho e não calcar perpetuamente o que já foi e o que poderia ter sido. O que já lá vai, já lá vai!

Urge perguntar: “O que terei de fazer para que daqui a três anos possa afirmar que a crise atual foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido? Não tenho dúvidas que esta pergunta possa parecer fantasista! É normal que possa haver céticos perante o que foi escrito. 

Em suma, a inteligência positiva é equilibrar forças que se encontram na sua mente. O nosso cérebro tanto é o nosso amigo como pior inimigo. E com a inteligência positiva é possível vencer o lado mau da sua mente, atingindo mais felicidade e suprimir as muitas pedras no seu sapato que não o deixam caminhar livremente para um futuro mais risonho.

 

Referência: 

Chamine, S. (2013). Inteligência Positiva, o novo quociente de inteligência, Lisboa, Gestãoplus Edições. 

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: Competência, confusao mental, Cuidados de Saúde, depressão, Estudo de Processo, formação prática, Prevenção, terapia mental, Trabalho

Sou uma rosa! Linda Rosa sou eu! Sempre pronta a amar!

22 de Março de 2019 by Jose Moreira

 

Sou uma rosa

A desabrochar

Sou o teu coração

Ardente sempre pronto para te amar!

 

Apenas às vezes não entendes

Que deste coração de rosa

Existe um ser com sentimentos

Que quer carinhos

Mas não são só beijinhos!

 

Ao mesmo tempo esta rosa também tem espinhos

Sangra e chora

Não deixes que os espinhos nasçam

Porque no mais intimo da rosa

Deixa de existir a tua luz e vida…

 

Sou pura e não tenho maldade

Só espero que me ames de verdade

Para toda a nossa eternidade…

 

Não choro mais

Quero sorrir

Sou a tua rosa linda

E nos teus olhos castanhos

Verás que esta rosa é tua!

 

Sou a tua rosa

Numa barco a navegar

Comigo podes sempre contar

 

Só precisas entender que a felicidade

Encontra-se mas há que agarra-la

E com uma rosa pura tu podes acabar e quem sabe casar!

 

Rosa, rosa leva o meu destino

Segue a minha luz que te vai

Amar para sempre com amor e carinho!

 

Rosa, não deixes nunca

Que teus espinhos

Interfiram em nossos caminhos!

 

Vermelha rosa, em teu coração

E em tua frescura, do cheiro de teus sentidos

Ecoa no bater da tua emoção, nossa paixão

 

Cresce e floresce no campo

Em aromas e cheiros diferentes

És especial, teu cheiro entranha

E em tua memória não estranha

Tua beleza e tua sensualidade

Em momentos de muita saudade

 

Meu amor, não partas, sem tua rosa

Não destruas  suas pétalas

Cheira o cheiro perfumado

Deste amor que te quer

Para toda a existência ver

 

Cuida tua rosa

Como se cuida um filho

Reserva na tua alma

Momentos de pura calma

Em teu espelho, reflexo 

De ilusão, magia

Que aguarda cada momento considerado único

 

Passeia no campo

Com tua rosa, de mãos dadas

Entre mal-mequeres de pétalas formosas

Tu és livre em todo o teu ser

Caminha em teu aperto de coração 

Entre flores por nós consideradas nossas

 

Vive a vida em todo o teu esplendor

Brilho nos olhos que ecoa em sorriso

De teu rosto, alegria

Transformada em melancolia quando teu corpo

Está ausente

Sinto saudades de teu toque

De veludo, macia a tua pele

Para mim estás presente

 

Meu ser vive e não esquece

Momentos de loucura que vivemos

Incendiamos todas nossas vivências

Colmatando todas as nossas ausências

Quero-te sempre minha

Mesmo na loucura de nossos pensamentos.

 

Filed Under: Atividades literárias Tagged With: actividades literárias, Competência, confusao mental, criação literária, Cuidados de Saúde, Estudo de Processo, formação prática, Prevenção, Review, Trabalho

  • « Go to Previous Page
  • Page 1
  • Page 2
  • Page 3
  • Go to Next Page »

Artes & Artes

Powered by: Made2Web Digital Agency.

  • Política Cookies
  • Termos Utilização e Privacidade
  • Mapa do Site